Paulo Estevão relatou que a cobrança indevida ocorreu após a assinatura de TV em nome da irmã, Dulce Maria Abranches Pares. A forma de pagamento deveria ser via débito em conta, com fornecimento dos dados bancários, conforme ele afirmou ter autorizado em 2025. Ainda segundo o relato, surgiram cobranças referentes a quatro meses de mensalidade que precisaram ser quitadas em viagem à residência da irmã, em Gramado.
Segundo a reclamação, após os pagamentos, houve nova autorização de débito e, em maio de 2026, novas cobranças aparecem para os meses de fevereiro a maio. O leitor afirmou que tanto o banco quanto a loja da Claro asseguraram que tudo estava regular, mas as cobranças continuaram. A situação gerou insatisfação com o tratamento ao consumidor.
A Claro respondeu que entrou em contato com a Sra. Dulce, realizou os ajustes necessários e continua disponível por meio de todos os canais de atendimento. O leitor pode manter contato com o blog caso precise de mais esclarecimentos.
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