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Estudo mostra que pets não substituem filhos e reforçam vínculos familiares

Estudo sugere que adoção de cães está associada a probabilidade de postergação da parentalidade, refletindo expectativa de estabilidade econômica ainda ausente

Imagem | Unsplash
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O estudo revela que pessoas que adotam cães têm até 33% mais chances de ter filhos mais tarde. Não se trata de desistir, mas de interpretar que o animal pode sinalizar uma estabilidade econômica ainda não alcançada, segundo pesquisadores.

Em Espanha, o REIAC aponta que, em 2023, havia mais de 10 milhões de cães registrados e menos de 2 milhões de crianças entre 0 e 4 anos, o que ajuda a entender mudanças nas dinâmicas familiares.

Dados que embasam o estudo

Registros e estatísticas internacionais ajudam a contextualizar o tema, incluindo tendências em sociedades com envelhecimento populacional e urbanização acelerada.

Na Coreia do Sul, por exemplo, há relatos de que o número de carrinhos de bebê para cães superou o de carrinhos para bebês, indicando uma adesão crescente aos animais de estimação como parte da vida familiar.

Profissionais ressaltam que o foco da pesquisa é descrever padrões de comportamento, sem concluir sobre substituição de filhos por pets, mas sugerindo relação entre bem-estar econômico e planejamento familiar.

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