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Meta derruba acusação de copiar startup para criar o Instagram Shopping

Juíza considerou que a empresa britânica Ollywan entrou com a ação fora do prazo e não comprovou prejuízo à concorrência

Foto de um monumento de concreto com o simbolo da meta em azul
Meta ganhou processo contra a empresa britânica Ollywan que a acusou de cópia (Foto:WikimediaCommons/Nokia621)

A Meta saiu vitoriosa de uma acusação na Justiça dos Estados Unidos após uma juíza rejeitar o processo em que a extinta startup britânica Ollywan acusava a companhia de se apropriar de seu modelo de negócios para desenvolver recursos de compras dentro do Instagram, o Instagram Shopping, e dominar ilegalmente esse mercado. A juíza Virginia […]

A Meta saiu vitoriosa de uma acusação na Justiça dos Estados Unidos após uma juíza rejeitar o processo em que a extinta startup britânica Ollywan acusava a companhia de se apropriar de seu modelo de negócios para desenvolver recursos de compras dentro do Instagram, o Instagram Shopping, e dominar ilegalmente esse mercado.

A juíza Virginia DeMarchi, de San Jose, na Califórnia, indeferiu na sexta-feira acusações apresentadas pela britânica Ollywan, que alegava que a Meta copiou seu conceito de uma plataforma de compras “baseada em tags” antes de lançar o Instagram Shopping em 2016.

A Ollywan afirmou que a Meta violou a lei antitruste dos EUA ao integrar o Instagram ao Instagram Shopping, que permite aos usuários comprar produtos marcados nas publicações.

Em 2016, a Ollywan lançou o Winstag como um aplicativo de compartilhamento de fotos com recursos de marcação de produtos e compras por afiliados. A startup alegou que seu presidente compartilhou um plano de negócios com executivos da Meta sob garantias de confidencialidade.

DeMarchi afirmou que as alegações antitruste da Ollywan foram apresentadas tarde demais e não conseguiram demonstrar de forma plausível danos à concorrência.

“A Ollywan busca usar indevidamente as leis antitruste para culpar a Meta pelo fracasso de seu aplicativo e pelo sucesso da Meta onde a Ollywan fracassou”, afirmou a Meta ao tribunal.

A ação também contestava os esforços da Meta para impedir a Ollywan de usar o nome “Winstag”.

“As leis antitruste não proíbem a Meta de fazer valer seus direitos de marca registrada” afirmou DeMarchi.

A Meta argumentava que as alegações da ação ocorreram fora do prazo de quatro anos previsto pela legislação federal para ações antitruste.

DeMarchi afirmou que a Ollywan não explicou “como a apresentação desta ação dois anos após o encerramento das operações poderia ser considerada uma ação apresentada em tempo hábil”.

A juíza afirmou que permitirá que a Ollywan apresente uma petição inicial alterada, com restrições.

A Meta enfrenta outras ações antitruste, incluindo uma movida por uma empresa de um aplicativo de compartilhamento de fotos extinto que alega que a Meta a levou à falência. No ano passado, a Meta venceu uma ação movida pela Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA que buscava forçá-la a reestruturar ou vender o Instagram e o WhatsApp. A empresa negou as alegações em ambos os casos.

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