O turismo de cruzeiros pode ganhar fôlego fora dos grandes hubs da Flórida. Portos menos conhecidos, como Galveston e Baltimore, aparecem como opções com menos multidões e trajetos alternativos para embarque. A leitura aponta cinco portos norte-americanos com potencial.
Galveston, Texas, desponta como base para grandes navios, sem o empecilho de pontes altas que limitam embarcações menores. A cidade deve responder por 4,1% das partidas e desembarques de americanos neste ano, segundo previsão da AAA. Navios recentes, incluindo MSC Seascape, já operam no local.
New Orleans, Louisiana, oferece terminais centrais, a cerca de 10 minutos do French Quarter. A cidade facilita o acesso e permite explorar o destino antes ou depois do cruzeiro. Navios como Norwegian Escape e Carnival Liberty já partem da cidade, com itinerários fundos no Caribe Ocidental.
Baltimore, Maryland, costuma receber navios menores devido a limitações de altura. O porto é de fácil acesso e oferece pacotes com transporte para hotéis. Navios como Carnival Pride, Vision of the Seas e American Independence iniciam viagens com roteiros principais para Bermuda e Caribe Oriental.
Philadelphia, Pensilvânia, ganhou destaque com a Norwegian Jewel operando desde abril. A partir deste ano, há itinerários para Bermuda, Canadá e New England, com embarque em Philadelphia ou Quebec City. A Norwegian deve ser substituída pela Norwegian Pearl ainda neste ciclo.
Mobile, Alabama, apresenta opções mais limitadas, mas o porto compacto facilita a logística e a recepção. A Carnival Spirit opera a partir de Mobile, com retorno previsto para outubro após temporada no Alaska. A cidade atrai viajantes de estados vizinhos pela conveniência.
Entre as vantagens comuns, os portos intermediários evitam longas viagens de avião para chegar ao navio e reduzem tempo total de deslocamento. Em alguns casos, há menor concorrência por datas de partidas. Em todos os casos, a oferta pode ampliar opções para quem busca novas rotas.
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