Fechadas há quatro meses, as piscinas da Água Mineral seguem sem previsão de obras. O ICMBio informou que o projeto de reforma da piscina Pedreira foi concluído na sexta-feira passada (12/6), mas a análise de engenharia ainda está em andamento para avaliar custos. A licitação ocorrerá apenas após a validação pela equipe do órgão.
O instituto detalhou que o setor de engenharia precisa revisar o projeto antes de avançar. Não houve confirmação sobre o tempo necessário para todo o processo ou sobre a reforma da piscina Areal. A interdição permanece como medida de segurança, devido a riscos estruturais identificados.
Entenda o fechamento das piscinas
Em 20 de fevereiro, o ICMBio fechou preventivamente as piscinas da Água Mineral para vistoria de uso. Em 26/2, o laudo confirmou problemas na estrutura, com cede do sistema de escoamento e buracos no deck. Havia risco iminente de ruptura da Pedreira.
O ICMBio informou que as visitas de campo já foram realizadas para levantamento de dados. O próximo passo é estudar o plano de execução das obras, seguido pela aprovação dos projetos. A licitação só ocorrerá após esse estágio.
Acesso e custos após o fechamento
Com as piscinas fechadas, a frequência de visitantes no parque caiu significativamente. Em janeiro, foram 23,4 mil; fevereiro, 11,7 mil; março, 1,4 mil visitantes. Por isso, houve redução temporária de ingressos para quem permanece no parque.
Os ingressos passam a custar 20 reais a entrada inteira e 10 reais a meia, para moradores do DF e do Entorno. Crianças até 12 anos e idosos têm isenção. O desconto de 50% reflete a redução temporária de um atrativo de relevância histórica.
Atrações abertas e funcionamento
Mesmo com as piscinas indisponíveis, os demais atrativos funcionam normalmente. O parque opera das 6h às 16h. Entre as atrações disponíveis: Trilha da Capivara com Banho de Floresta, Ilha da Meditação, Trilhas do sistema Cristal Água e Arco Brasília, além da Floresta Nacional de Brasília (Flona).
Histórico de interdições
A interdição deste ano é a terceira da década para as piscinas. Antes, houve paralisão durante a pandemia de Covid-19, por quase dois anos. Em 2022, houve interrupção de dois dias devido à falta de salva-vidas. A atual paralisação é a mais duradoura por motivo específico de uso.
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