A Polícia Militar de São Paulo arquivou a investigação preliminar que apurava o relato de uma suposta perseguição policial ao Ford Fusion usado pela campanha de Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o procedimento tem 383 páginas e analisou imagens de câmeras de segurança, dados de localização das viaturas, registros operacionais e depoimentos.
Ao todo, foram examinadas 79 câmeras. Em uma análise específica para reconstruir a cronologia dos fatos, a PM avaliou 12 arquivos de vídeo de nove fontes diferentes, além dos registros do Sistema Radar.
Segundo o relatório, nenhuma das versões apresentadas pelo motorista ou pelo candidato corresponde integralmente à cronologia formada pelas imagens e demais registros. As alegações de perseguição contínua, bloqueio do veículo, desembarque dirigido ao motorista e ordem para deixar o local não foram confirmadas pelos elementos reunidos na investigação.
A Polícia Militar de São Paulo arquivou a investigação preliminar que apurava o relato de uma suposta perseguição policial ao Ford Fusion usado pela campanha de Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o procedimento tem 383 páginas e analisou imagens de câmeras de segurança, dados de localização das viaturas, registros operacionais e depoimentos.
Ao todo, foram examinadas 79 câmeras. Em uma análise específica para reconstruir a cronologia dos fatos, a PM avaliou 12 arquivos de vídeo de nove fontes diferentes, além dos registros do Sistema Radar.
Segundo o relatório, nenhuma das versões apresentadas pelo motorista ou pelo candidato corresponde integralmente à cronologia formada pelas imagens e demais registros. As alegações de perseguição contínua, bloqueio do veículo, desembarque dirigido ao motorista e ordem para deixar o local não foram confirmadas pelos elementos reunidos na investigação.
Na conclusão, a PM afirma que não encontrou indícios de transgressão disciplinar, crime militar ou crime comum atribuíveis aos policiais investigados. O relatório também apontou não haver elementos para abrir sindicância ou outro procedimento administrativo ou disciplinar e propôs o arquivamento.
A autoridade responsável determinou o arquivamento do caso para eventual consulta. Paralelamente, a Polícia Civil mantém um inquérito em andamento para investigar o episódio.
Haddad ainda não se pronunciou sobre a decisão.
+ Tarcísio insinua ligação de Haddad com o crime organizado; petista rebate
+ Datafolha: Tarcísio tem 45% e Haddad 27% na disputa pelo governo de SP
Entre na conversa da comunidade