A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou nesta quarta-feira (2) a Operação Falso 9 contra um grupo suspeito de se passar pelo técnico Luís Castro, do Grêmio, para aplicar golpes em jogadores profissionais. São cumpridos um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, com apoio das polícias civis do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro.
A investigação começou depois que quatro jogadores do Grêmio receberam mensagens de um perfil que utilizava a foto do treinador da equipe. Segundo a polícia, o golpista conversava com os atletas sobre treinos, rotina e família para criar uma relação de confiança antes de pedir dinheiro.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou nesta quarta-feira (2) a Operação Falso 9 contra um grupo suspeito de se passar pelo técnico Luís Castro, do Grêmio, para aplicar golpes em jogadores profissionais. São cumpridos um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, com apoio das polícias civis do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro.
A investigação começou depois que quatro jogadores do Grêmio receberam mensagens de um perfil que utilizava a foto do treinador da equipe. Segundo a polícia, o golpista conversava com os atletas sobre treinos, rotina e família para criar uma relação de confiança antes de pedir dinheiro.
Um dos jogadores foi convencido a contribuir com uma suposta ação social para a compra de 300 cestas básicas. Em 7 de maio de 2026, ele transferiu R$ 22,5 mil via Pix para uma conta indicada pelo suspeito. Depois, o falso técnico tentou obter mais R$ 50 mil, mas a transferência foi impedida pelo limite bancário da vítima.
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A quebra dos sigilos bancário e telemático permitiu à polícia rastrear o dinheiro até uma estrutura localizada em Itaperuna, no interior do Rio de Janeiro. Segundo a investigação, contas de moradores da região eram utilizadas para receber e movimentar os valores obtidos nos golpes.
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A polícia também identificou contatos do suspeito com outros jogadores de clubes brasileiros, um atleta que atua no futebol europeu e um artista conhecido nacionalmente. Os investigadores apuram se essas abordagens também resultaram em prejuízos. O homem já teria passado por clubes de futebol e havia sido preso em 2024 por um crime semelhante.
O nome da Operação Falso 9 faz referência à função do futebol em que um jogador atua fora da posição tradicional de centroavante, o “camisa 9”, em alusão à falsa identidade utilizada pelo suspeito. A Polícia Civil orienta que pedidos de transferências recebidos por aplicativos sejam confirmados por outro meio antes de qualquer pagamento.
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