A partir de 24 de janeiro de 2024, a empresa de bilhetagem eletrônica TOP não aceitará mais pagamentos na modalidade crédito para a compra de bilhetes em QR Code e recarga de cartões em seu aplicativo e na Google Wallet. A decisão segue diretrizes da ABASP (Associação de Apoio e Estudo da Bilhetagem e Arrecadação […]
A partir de 24 de janeiro de 2024, a empresa de bilhetagem eletrônica TOP não aceitará mais pagamentos na modalidade crédito para a compra de bilhetes em QR Code e recarga de cartões em seu aplicativo e na Google Wallet. A decisão segue diretrizes da ABASP (Associação de Apoio e Estudo da Bilhetagem e Arrecadação nos Serviços Públicos de Transporte Coletivo de Passageiros do Estado de São Paulo). A Autopass, responsável pelo sistema TOP, afirmou que a mudança visa oferecer soluções que promovam eficiência, inovação e segurança ao sistema de transporte coletivo.
A empresa justificou que a alteração prioriza formas de pagamento mais utilizadas pelos clientes e simplifica o processo de abastecimento do cartão. Com essa mudança, os usuários poderão realizar pagamentos apenas à vista no aplicativo. Os canais digitais ainda aceitarão pagamentos por débito e PIX, enquanto as catracas que permitem pagamento por aproximação de cartões de débito ou crédito continuarão operando normalmente em 13 estações de trem e metrô de São Paulo.
A nova política foi comunicada desde 9 de janeiro nas redes sociais e no site da empresa, mas a data de início não foi amplamente divulgada. Nas redes sociais, muitos usuários expressaram descontentamento com a mudança, questionando como a retirada de uma modalidade de pagamento poderia simplificar o processo. Comentários como “Pra que facilitar, se pode dificultar?” e “Vocês restringem ao invés de democratizar” foram comuns entre os usuários.
Os cartões de vale-transporte da TOP são aceitos em linhas municipais e intermunicipais da EMTU, nos trens do Metrô e da CPTM, além do corredor metropolitano ABD. Os bilhetes em QR Code estão disponíveis apenas nos trens. O UOL também questionou a Autopass sobre o número de usuários afetados pela medida e aguarda um retorno.
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