O uso de dinheiro em espécie no Brasil está caindo rapidamente, enquanto o Pix se torna o principal meio de pagamento. Em 2024, o dinheiro representou apenas 17% das transações em lojas físicas, e essa porcentagem deve cair para 9% até 2030, segundo um relatório da Worldpay. O Pix já responde por 41% das transações no e-commerce e 32% nos pontos de venda, com previsões de crescimento para 58% e 46%, respectivamente, nos próximos cinco anos. Juan Pablo D´Antiochia, da Worldpay, descreve o Pix como um fenômeno que atrai atenção em outros países, como Reino Unido e Estados Unidos. A pesquisa incluiu 66.749 consumidores em 39 países e mostrou uma tendência global de queda no uso de dinheiro, que caiu de 44% em 2014 para 15% em 2024. Apesar do declínio, países como Filipinas e Japão ainda usam dinheiro, mas também devem ver uma redução. Os cartões de crédito, débito e pré-pago continuam importantes, representando 39% das transações no e-commerce em 2024. Juntas, as transações com Pix e cartões somam 73% do total no comércio eletrônico brasileiro. D´Antiochia observa que os cartões estão se adaptando, especialmente com o aumento das carteiras digitais.
O uso de dinheiro em espécie no Brasil está em declínio acentuado, com o Pix emergindo como o principal meio de pagamento. Em 2024, o dinheiro representou apenas 17% das transações em pontos de venda físicos (PDVs), e essa participação deve cair para 9% até 2030, segundo o relatório da Worldpay. O Pix, por sua vez, já responde por 41% das transações no e-commerce e 32% nos PDVs.
O crescimento do Pix é notável, com previsões indicando que ele pode alcançar 58% do e-commerce e 46% das vendas físicas nos próximos cinco anos. Juan Pablo D´Antiochia, gerente geral da Worldpay na América Latina, destaca que o Pix é um “fenômeno” que desperta interesse em outros países, como Reino Unido e Estados Unidos. A pesquisa abrangeu 66.749 consumidores em 39 países, revelando uma tendência global de queda no uso de dinheiro.
Globalmente, o uso de dinheiro em espécie caiu de 44% em 2014 para 15% em 2024. As razões incluem a vulnerabilidade a perdas e roubos, além da inconveniência em compras de maior valor. Apesar do declínio, países como Filipinas, Nigéria e Japão ainda apresentam taxas significativas de uso de dinheiro, mas também devem experimentar uma queda.
Os cartões de crédito, débito e pré-pago continuam relevantes, representando 39% do volume transacionado no e-commerce em 2024. A combinação de pagamentos via cartões e Pix soma 73% das transações no comércio eletrônico brasileiro. D´Antiochia ressalta que os cartões estão se “desmaterializando”, mas permanecem essenciais, especialmente com o crescimento das carteiras digitais.
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