Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bolsonarista critica veto de Tarcísio a lei que afeta estupradores

Gil Diniz promete lutar para derrubar veto de Tarcísio de Freitas que impede condenados por estupro de ocupar cargos públicos.

Bolsonarista, o deputado Gil Diniz (PL-SP) criticou o veto de Tarcísio (Foto: José Antonio Teixeira/Alesp)
0:00
Carregando...
0:00
  • O deputado estadual Gil Diniz (PL) criticou o veto do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à proposta que proibia condenados por estupro de ocuparem cargos públicos.
  • Tarcísio justificou o veto afirmando que a legislação sobre servidores deve ser feita por lei complementar.
  • Diniz expressou preocupação com a decisão e destacou que o projeto levou cinco anos para ser aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
  • O governador também vetou trechos que permitiriam à sociedade civil acessar um cadastro de condenados por estupro, que será mantido pela Secretaria da Segurança Pública do Estado.
  • Diniz planeja trabalhar para derrubar o veto, enfatizando a importância do controle constitucional na Alesp.

O deputado estadual Gil Diniz (PL) criticou o veto do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), à proposta que impedia condenados por estupro de ocuparem cargos públicos. O veto foi justificado por Tarcísio, que afirmou que a legislação sobre servidores deve ser feita por meio de lei complementar.

Diniz, que havia defendido a proibição como uma medida de proteção à sociedade, expressou sua preocupação com a decisão do governador. Ele destacou que o projeto levou cinco anos para ser aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e que os vetos a projetos de deputados são desproporcionais. “Não é possível que os especialistas do Executivo estadual sejam tão melhores que os funcionários da Alesp”, afirmou.

O governador também vetou trechos que permitiriam à sociedade civil acessar um cadastro de condenados por estupro, que foi sancionado com algumas restrições. O cadastro, que deve listar nome completo, características físicas, fotos e DNA dos condenados, será mantido pela Secretaria da Segurança Pública do Estado. O prazo para a lei entrar em vigor é de 30 dias.

Diniz planeja trabalhar para derrubar o veto, afirmando que não deseja que um servidor público condenado por estupro tenha acesso a cargos públicos. Ele ressaltou a importância do controle constitucional na Alesp e a necessidade de uma apreciação mais rigorosa dos vetos.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais