- Charles Curtis MW destaca que, em casa, costuma preparar uma comida simples como frango assado e salada, usando um vinho de uso diário. Nesta semana, escolheu um branco da Bourgogne por $15: Domaine Thevenet Mâcon-Pierreclos 2023, de vinificação sem carvalho e uvas cultivadas a 350 metros de altitude, com acidez e pureza marcantes.
- Para ocasiões com amigos conhecedores, recorre a produtores renomados. Um exemplo foi Passetoutgrain ‘l’Exception’ de Domaine Michel Lafarge, vinho de Gamay e Pinot Noir cultivado de forma biodinâmica, extração suave e barris já usados, custando $32.
- Em passeios gastronômicos, ele gosta de ir a Wu’s Wonton King, em Chinatown, que serve caranguejo real vivo, enguias do mar e outros frutos do mar, exigindo vinho versátil.
- O chope de vinho escolhido para essas ocasiões é o J. B. Becker Wallufer Walkenberg Auslese Trocken 2015, um riesling de estilo Auslese que, apesar de seco, traz aromas de damascos, casca de limão e notas florais, com profundidade e elegância.
- O conjunto sugere que, mesmo com variedade de pratos — de frango simples a mariscos e caranguejo — ele busca vinhos que harmonizem tanto com a comida quanto com o ambiente, mantendo equilíbrio entre potência e finesse.
Charles Curtis MW divulga suas escolhas de vinho em casa e em refeições fora, com foco em variedade, preço e estilo. O texto mostra o que ele bebe para acompanhar pratos simples ou apresentações mais elaboradas, mantendo o tom informativo e objetivo.
Em casa, Curtis descreve uma rotina gastronômica simples, com cortes de custo acessível e wines de perfil neutro que acompanham refeições frequentes. O objetivo é encontrar vinhos que harmonizem com pratos do dia a dia, sem exageros de esforço na produção.
O expert explica que, mesmo com simplicidade, busca sabor e integridade na bebida, privilegiando vinho que sustente a comida e que seja agradável de degustar sozinho após o trabalho. A seguir, ele detalha escolhas específicas para diferentes ocasiões.
Home comforts
A cada semana, ele prioriza um “vinho de trabalho” que combine com refeições simples. Neste texto, destaca um branco de Borgonha que custou 15 dólares: *Domaine Thevenet Mâcon-Pierreclos 2023*, vinificado sem madeira. O perfil sugere fruta cítrica, leveza e frescor.
Curtis observa que o vinho, mesmo na safra quente, apresenta pureza e uma leve mineralidade, sem sensação de peso. A bebida acompanha bem tanto o prato quanto o momento de descanso.
Para ocasiões com amigos bem informados, ele recorre a produtores reconhecidos. Entre as escolhas recentes está o Passetoutgrain ‘l’Exception’ da Domaine Michel Lafarge, feito de Gamay e Pinot Noir em vinhedos biodinâmicos.
A montagem de vinhos do Lafarge utiliza extração suave e barris usados, resultando em bebida com profundidade acima da denominação e presença marcante na mesa, tudo por 32 dólares.
On the town
Como residente de Nova York, Curtis também frequenta restaurantes com carta de vinhos variada. Um dos seus locais preferidos em Chinatown é Wu’s Wonton King, conhecido por wonton e frutos do mar.
O proprietário Derek Wu seleciona pratos que incluem caranguejo real vivo, enguia-do-mar, lagosta e peixe inteiro cozido no vapor. A carta de vinhos precisa acompanhar esse repertório diversificado.
Para harmonizar com os frutos do mar e pratos variados, o wine pairer costuma optar por um Riesling seco. Nos encontros recentes, ele tem servido magnums do J.B. Becker Wallufer Walkenberg Auslese Trocken 2015.
Esse Riesling do Rheingau está começando a mostrar seu potencial, com notas de damasco, casca de limão e nuances florais, além de toques terrosos e de iodação que remetem a características de petrol. A bebida, com ripeness de Auslese e fermentada seca, envelhece em barris neutros.
A opção oferece equilíbrio entre potência e delicadeza, transformando uma visita a Chinatown em uma refeição festiva apenas com vinho.
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