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Casa Magnólia apresenta boa proposta de cardápio, mas execução é ruim

Casa Magnólia promete resgatar pratos cariocas, mas execução fica aquém do conceito, com pratos caros e avaliação mista

Vinagrete de polvo da Casa Magnólia
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  • Casa Magnólia, inaugurada em abril após reposicionamento de um bar, apresenta proposta de resgatar pratos da gastronomia carioca e internacional, sem invenções de moda.
  • O cardápio inclui bife à milanesa, picadinho, galeto, steak tartare, arroz de pato e sobremesa banana split; a crítica aponta que as versões não igualam as referências históricas.
  • Entradas destacam vinagrete de polvo (R$ 52) e bolinho de bacalhau (R$ 22 cada); o bolinho foi considerado pequeno e pouco crocante.
  • Entre os pratos, filé ao poivre com batata prussiana (R$ 108) e bifinho à Magnólia com arroz à piamontese (R$ 112) mostraram molho saboroso, mas houve críticas à apresentação.
  • Cherne à belle meunière com purê de batata (R$ 132) teve camarões menores e menos macios; banana split (R$ 36) foi elogiada pela memória gustativa, embora a referência tenha sido de uma casa rival.

A Casa Magnólia inaugurou em abril, no Rio, com a promessa de resgatar clássicos da gastronomia carioca e internacional, sem invenções de moda. O espaço surgiu após reposicionamento de um bar sem identidade.

Apesar da ideia ambiciosa, a condução prática não corresponde à proposta. Entre as opções, há bife à milanesa, picadinho, galeto e arroz de pato, com traços de nostalgia, incluindo banana split de sobremesa.

O vinagrete de polvo aparece como entrada correta, bem temperado e fresco, porém o preço é elevado. O prato é visto como a melhor pedida do dia, apesar de não superar versões de casas próximas.

Entre os aperitivos, o bolinho de bacalhau é citado como o pior item testado, por ser diminuto, sem crocância e com peixe de qualidade duvidosa. Há quem compare com outras casas da região.

Entre os principais, o bifinho à Magnólia com arroz à piamontese agrada pelo molho de cogumelos, creme de leite, Dijon e cebola caramelizada, ainda que a apresentação seja simples.

O cherne à belle meunière com purê de batata é a opção mais cara, mas recebe observação negativa quanto aos camarões, que são pequenos e pouco macios para o prato tradicional.

Entre as sobremesas, a banana split traz lembranças da Chaika, em Ipanema, com calda de chocolate e componentes variados. A reinterpretação desperta nostalgia, segundo avaliação.

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