- O Brasil sediará a COP-30, conferência do clima da ONU, em Belém, de 10 a 21 de novembro.
- A ausência dos Estados Unidos gera preocupações, mas a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirma que isso não afetará negativamente o evento.
- Estima-se que mais de 40 mil visitantes compareçam, incluindo cerca de 7 mil membros da “família COP”.
- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, convidou Donald Trump para participar da conferência, que será a “COP da verdade”.
- A infraestrutura de hospedagem em Belém é criticada por altos preços e falta de opções adequadas.
O Brasil se prepara para sediar a COP-30, conferência do clima da ONU, que ocorrerá de 10 a 21 de novembro em Belém. O evento ocorre em meio a preocupações sobre a ausência dos Estados Unidos e a gestão de hospedagem para os visitantes. Estima-se que mais de 40 mil pessoas compareçam, incluindo cerca de 7 mil membros da “família COP”, que abrange equipes da ONU e delegações de países.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comentou sobre a falta de participação dos EUA, afirmando que, ao longo das três décadas de conferências, sua presença foi mais prejudicial do que benéfica. Ela destacou que os Estados Unidos são o segundo maior emissor de gases de efeito estufa e que sua ausência não deve impactar o evento de forma negativa. Silva enfatizou que a conferência deve seguir com a participação de 198 países que já confirmaram presença.
Em um esforço para reverter a situação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou uma carta a Donald Trump, convidando-o a participar da COP-30. Lula afirmou que a conferência será a “COP da verdade”, ressaltando a importância do diálogo global sobre as mudanças climáticas. A expectativa é que a conferência atraia um grande número de visitantes, o que levanta preocupações sobre a infraestrutura de hospedagem em Belém, já criticada por alguns países devido aos altos preços e à falta de opções adequadas.
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