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Consumidores priorizam saúde mental em meio a incertezas econômicas e ansiedade

Consumidores priorizam saúde mental em meio à incerteza econômica; especialistas preveem mudança nas prioridades de investimento em bem-estar.

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A economia dos EUA está passando por um momento de incerteza, com uma chance de 40% de recessão, o que causa ansiedade nos consumidores. Apesar disso, 82% das pessoas estão priorizando o bem-estar, especialmente a saúde mental. Especialistas, como Stevi Gable Carr, afirmam que os consumidores devem avaliar melhor em que produtos de saúde investir, já que os preços estão altos. Ela acredita que haverá um aumento no interesse por terapia e conexões sociais, enquanto produtos como wearables e suplementos menos confiáveis podem perder espaço. Gable Carr recomenda que as pessoas invistam em sua saúde mental, pois isso pode melhorar também a saúde no trabalho e as finanças. Ela observa que a conexão com profissionais de saúde mental pode ser difícil financeiramente, mas passar mais tempo com amigos e familiares pode trazer felicidade. A ideia de se reunir e compartilhar momentos com os outros deve ser valorizada novamente.

A economia dos Estados Unidos enfrenta um cenário de incertezas, com uma probabilidade de 40% de recessão em 2023, segundo relatório da J.P. Morgan. Apesar de uma leve melhora nas estimativas, muitos consumidores ainda demonstram ansiedade econômica. Em contrapartida, um estudo da Capital One Shopping revela que 82% dos consumidores priorizam o bem-estar, com um foco crescente em saúde mental.

Especialistas, como Stevi Gable Carr, fundadora da WISe Wellness Guild, preveem uma mudança nas prioridades de investimento em saúde. Carr destaca que os consumidores começarão a avaliar quais produtos de saúde são realmente valiosos, especialmente em um contexto de altos preços de alimentos e incertezas econômicas. Ela sugere que haverá uma queda na demanda por itens como dispositivos vestíveis e suplementos não comprovados, enquanto o investimento em saúde mental ganhará destaque.

Carr enfatiza a importância de priorizar a saúde mental, afirmando que investir em terapia é essencial. Ela observa que, embora ferramentas como inteligência artificial possam ajudar, a conexão humana em momentos de crise é insubstituível. “Se eu fosse investir em algo, seria em trabalhar diretamente com um terapeuta”, afirma.

Além disso, Carr ressalta que a melhoria da saúde mental pode impactar positivamente a saúde ocupacional e financeira. Ela alerta que a pressão para aumentar a produtividade pode levar as pessoas a negligenciarem outros aspectos importantes da vida. A especialista acredita que o ato de se reunir e socializar será cada vez mais valorizado, promovendo conexões significativas entre as pessoas.

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