- A Brigada Spartan, na região de Dnipropetrovsk, na Ucrânia, adotou um pato chamado Kulia como mascote.
- Kulia participa das sessões de resiliência mental, ajudando os soldados a lidarem com o estresse da guerra.
- O chefe da equipe de apoio psicológico, Maxim, afirma que a presença do pato reforça a importância das conexões sociais.
- O artilheiro Volodymyr destaca que os animais têm um efeito calmante e ajudam a lembrar a humanidade dos soldados.
- A iniciativa visa promover o bem-estar emocional em um contexto de conflitos e traumas.
Em um campo de treinamento na região de Dnipropetrovsk, na Ucrânia, a Brigada Spartan introduziu um novo elemento em suas sessões de resiliência mental: um pato chamado Kulia, que significa “Bala” em ucraniano. O animal, adotado pelos soldados, tem se mostrado um recurso valioso para ajudar os combatentes a lidarem com o estresse e os traumas da guerra.
Durante as aulas, os soldados alternam entre receber orientações sobre como enfrentar os desafios psicológicos do combate e interagir com Kulia. Maxim, chefe da equipe de apoio psicológico da brigada, destaca que a presença do pato reforça a importância das conexões sociais, mesmo com animais. Essas aulas funcionam como uma medida preventiva, afirma.
O artilheiro Volodymyr, de 30 anos, também elogia a presença de mascotes. Ele recorda que a unidade já havia encontrado outro pato abandonado, que agora vive com os soldados. Os animais têm um poder calmante, diz Volodymyr, que observa que o pato aprendeu a se esconder de drones, imitando os soldados. Para ele, esses momentos ajudam a lembrar que, por trás da farda, todos continuam humanos.
A guerra na Ucrânia tem gerado impactos psicológicos profundos nos soldados, aumentando a demanda por suporte emocional. A iniciativa da Brigada Spartan de incluir Kulia nas sessões de resiliência mental é um exemplo de como a interação com animais pode ser uma estratégia eficaz para promover o bem-estar emocional em tempos de conflito.
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