- Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde, recebeu visto dos Estados Unidos para reuniões na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e na Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em setembro.
- Ele ainda avalia sua participação nos eventos devido a compromissos no Congresso Nacional.
- Padilha minimizou a possibilidade de não ser aceito nos EUA, afirmando que não se importa com a situação.
- O visto de sua esposa e filha foi cancelado, mas o dele não foi revogado, pois já estava vencido.
- O ex-ministro criticou Eduardo Bolsonaro e mencionou a revogação de vistos de funcionários do programa Mais Médicos, que foi considerada uma ação do Departamento de Estado dos EUA.
Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde, recebeu o visto dos Estados Unidos para participar de reuniões na Assembleia Geral da ONU e na Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em setembro. Apesar da autorização, ele ainda avalia sua presença nos eventos devido a compromissos no Congresso Nacional.
O ex-ministro, que já enfrentou problemas com vistos anteriormente, minimizou a possibilidade de não ser aceito nos EUA, afirmando que não estava “nem aí” para a situação. Recentemente, o visto de sua esposa e filha foi cancelado, enquanto o dele não foi revogado, pois já estava vencido.
Padilha também criticou Eduardo Bolsonaro, que reside nos EUA e, segundo a Polícia Federal, tem se envolvido em ações contra autoridades brasileiras. O ex-ministro mencionou que a revogação de vistos de funcionários ligados ao programa Mais Médicos, como Mozart Julio Tabosa Sales e Alberto Kleiman, foi uma ação do Departamento de Estado dos EUA, que descreveu o programa como um “golpe diplomático”.
A situação envolvendo os vistos e as críticas de Padilha refletem um clima tenso nas relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente em relação a políticas de saúde e imigração. O ex-ministro, que criou o programa Mais Médicos em 2013, continua a ser uma figura central nas discussões sobre saúde pública no Brasil.
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