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Hospitais privados e filantrópicos ampliam atendimento ao SUS em sete estados

Dez hospitais de sete estados aderem ao programa "Agora Tem Especialistas", ampliando atendimentos no SUS com investimento de até R$ 2 bilhões anuais

Foto: João Risi/MS
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  • O programa Agora Tem Especialistas foi ampliado com a adesão de dez hospitais de sete estados brasileiros, visando reduzir o tempo de espera por atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS).
  • O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Belém, no dia 3 de outubro de 2025.
  • Os novos hospitais estão localizados nos estados do Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Sul, incluindo instituições como o Cinthia Charone em Belém e o Francisco Hospital e Maternidade/Neotin em Niterói.
  • O governo federal destinará até R$ 2 bilhões por ano para abater dívidas federais dos hospitais participantes, permitindo atendimentos em áreas como oncologia, ginecologia e ortopedia.
  • O Ministério da Saúde está analisando 190 manifestações de interesse de outras instituições, visando melhorar a eficiência do SUS e oferecer um atendimento mais ágil e de qualidade.

O programa Agora Tem Especialistas foi ampliado com a adesão de dez hospitais de sete estados brasileiros, visando reduzir o tempo de espera por atendimentos no SUS. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Belém, no dia 3 de outubro de 2025. A iniciativa permitirá que instituições privadas e filantrópicas colaborem com a rede pública, oferecendo serviços de saúde especializados.

Os novos hospitais estão localizados nos estados do Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Sul. Entre eles, destacam-se o Cinthia Charone em Belém, o Francisco Hospital e Maternidade/Neotin em Niterói e o Santa Terezinha em Sousa. Além disso, instituições filantrópicas como a Santa Casa de Recife e o Instituto de Oncologia e Ciências Médicas também farão parte do programa.

Investimento e Troca de Dívidas

O governo federal destinará até R$ 2 bilhões por ano para créditos financeiros que ajudarão a abater dívidas federais dos hospitais participantes. Essa troca permitirá que os estabelecimentos ofereçam atendimentos em áreas essenciais, como oncologia, ginecologia e ortopedia, contribuindo para a ampliação do atendimento especializado à população mais necessitada.

O ministro Padilha ressaltou que essa é uma iniciativa inédita no SUS, resultado de negociações bem articuladas com gestores locais. A participação dos hospitais no programa dependerá da avaliação da capacidade técnica e operacional, garantindo que os serviços atendam às demandas do SUS.

Atualmente, o Ministério da Saúde está analisando 190 manifestações de interesse de outras instituições, demonstrando a mobilização crescente em torno do programa. Com essa estratégia, espera-se melhorar a eficiência do sistema público de saúde e oferecer um atendimento mais ágil e de qualidade aos cidadãos.

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