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Ministério da Saúde valoriza agentes comunitários e combate às endemias

Governo federal investe R$ 2,1 bilhões para garantir piso salarial de Agentes de Combate às Endemias e atualiza incentivo aos Agentes Comunitários de Saúde.

Foto: divulgação/MS
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  • O governo federal anunciou investimentos de R$ 2,1 bilhões para garantir o piso salarial dos Agentes de Combate às Endemias (ACE).
  • Também foi atualizada a previsão de repasses de mais de R$ 2 bilhões para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) até 2026.
  • O programa “Mais Saúde com Agente” já capacitou mais de 176 mil profissionais, com meta de atingir 370 mil até 2026.
  • Atualmente, o Brasil conta com mais de 105 mil ACEs e 140 mil ACSs formados, que atuam na promoção da saúde e combate a doenças.
  • As ações integradas entre ACS e ACE são recomendadas pela Diretriz Nacional para Atuação Integrada, visando melhorar o acesso e a resolutividade dos serviços de saúde.

A valorização dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE) recebeu um impulso significativo com o anúncio do governo federal de R$ 2,1 bilhões para garantir o piso salarial dos ACEs. A medida visa fortalecer a atuação desses profissionais, essenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS) e para a promoção da saúde nas comunidades.

O investimento também inclui a atualização do incentivo financeiro aos ACSs, com previsão de mais de R$ 2 bilhões em repasses até 2026. Os ACSs desempenham um papel crucial ao realizar visitas domiciliares e promover ações educativas, enquanto os ACEs focam no combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como dengue, Zika e chikungunya.

Capacitação e Formação

O programa “Mais Saúde com Agente” já capacitou mais de 176 mil profissionais, com a expectativa de atingir 370 mil até 2026. Essa iniciativa é fundamental para enfrentar os desafios de saúde nas comunidades e melhorar os indicadores de saúde pública. Atualmente, o Brasil conta com mais de 105 mil ACEs e 140 mil ACSs formados.

As ações integradas entre ACS e ACE são recomendadas pela Diretriz Nacional para Atuação Integrada, que articula a atenção primária e a vigilância em saúde. Essa abordagem colaborativa é vital para aumentar a resolutividade dos serviços de saúde e promover um acesso mais eficaz à população.

Com essas iniciativas, o governo busca não apenas valorizar os profissionais, mas também garantir um sistema de saúde mais eficiente e próximo da realidade das comunidades brasileiras.

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