Criminosos estão criando sites falsos que se parecem com o Gov.br para enganar pessoas que querem sacar o PIS/Pasep. A Kaspersky, uma empresa que cuida da segurança na internet, encontrou pelo menos oito desses sites que pedem pagamento via PIX para liberar o dinheiro. Esses golpes têm como objetivo roubar informações pessoais e dinheiro das vítimas, que são levadas a inserir dados como CPF e a pagar taxas.
O Ministério da Fazenda não recebeu reclamações sobre esses golpes, mas alerta que as pessoas devem desconfiar de sites que não são oficiais, especialmente aqueles que pedem informações pessoais ou bancárias. Se alguém suspeitar de fraude, pode fazer uma denúncia na Ouvidoria do Ministério ou na plataforma Fala.BR. Os golpistas usam vídeos e áudios de pessoas que parecem ser representantes do saque para dar mais credibilidade aos sites falsos.
Depois que a vítima coloca o CPF, os sites maliciosos conseguem encontrar o nome dela e pedem mais informações para “aprovar” o saque. Em seguida, cobram uma taxa de R$ 69,99 e redirecionam a pessoa para outro site para fazer o pagamento. Além disso, eles usam comentários falsos de outras pessoas que supostamente receberam o saque para enganar ainda mais os usuários.
Para evitar cair em fraudes, a Kaspersky recomenda que as pessoas sempre usem os canais oficiais do Governo Federal. A consulta ao saldo do PIS/Pasep pode ser feita pelo aplicativo do FGTS ou pelo site oficial, onde é necessário ter uma conta de nível prata ou ouro para acessar as informações.
Criminosos têm utilizado sites falsos que imitam o portal Gov.br para aplicar golpes relacionados ao saque do PIS/Pasep. A Kaspersky, empresa de cibersegurança, identificou pelo menos oito domínios fraudulentos que solicitam pagamento via PIX para liberar valores do programa. Esses golpes visam roubar informações pessoais e dinheiro das vítimas, que são induzidas a inserir dados como CPF e pagar tarifas.
O Ministério da Fazenda não recebeu denúncias sobre esses golpes, mas recomenda que a população desconfie de sites não oficiais, especialmente aqueles que pedem dados pessoais ou bancários. Em caso de suspeita de fraude, os cidadãos podem registrar denúncias na Ouvidoria do Ministério ou na plataforma Fala.BR. O uso de vídeos e áudios de supostas representantes do saque tem sido uma estratégia para dar credibilidade aos sites fraudulentos.
Após a inserção do CPF, os sites maliciosos encontram o nome correspondente e pedem informações adicionais para “aprovar” o saque. Em seguida, cobram uma taxa de R$ 69,99, redirecionando a vítima para outro site para efetuar o pagamento. Além disso, comentários falsos de outras “vítimas” que supostamente receberam o saque são utilizados para enganar ainda mais os usuários.
Para evitar cair em fraudes, a Kaspersky recomenda que os cidadãos acessem sempre os canais oficiais do Governo Federal. A consulta ao saldo do PIS/Pasep pode ser feita pelo aplicativo do FGTS ou pelo site oficial, onde é necessário ter conta de nível prata ou ouro para acessar as informações.
Entre na conversa da comunidade