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Cientistas revisam previsão e estimam fim do Universo em 10 elevado à 78ª potência de anos

Novo estudo da Universidade de Radboud prevê que o fim do Universo ocorrerá em 10 elevado à 78ª potência de anos, muito antes da extinção da Terra.

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Cientistas da Universidade de Radboud afirmam que o fim do Universo pode acontecer mais cedo do que se pensava. A nova previsão é de que isso ocorrerá em 10 elevado à 78ª potência de anos, bem menos do que a estimativa anterior de 10 elevado à 1.100 potência. O estudo foi publicado no Journal of Cosmology and Astroparticle Physics. O principal autor, Heino Falcke, tranquiliza que ainda falta muito tempo até esse evento. Os pesquisadores analisaram a vida útil das anãs brancas, que são estrelas muito duradouras, e usaram a teoria da radiação Hawking, que explica como buracos negros podem se evaporar. Eles descobriram que o tempo de evaporação depende da densidade dos corpos celestes. No entanto, a Terra deve desaparecer muito antes do fim do Universo, com o Sol se tornando mais brilhante em cerca de um bilhão de anos, tornando a vida impossível, e engolindo o planeta em cerca de 8 bilhões de anos.

Um novo estudo da Universidade de Radboud, publicado no periódico *Journal of Cosmology and Astroparticle Physics*, indica que o fim do Universo pode ocorrer em 10 elevado à 78ª potência de anos, uma revisão significativa em relação à previsão anterior de 10 elevado à 1.100 potência de anos. O principal autor da pesquisa, Heino Falcke, afirmou que, embora o fim esteja mais próximo do que se pensava, ainda há muito tempo até que isso aconteça.

Os cientistas revisaram suas estimativas com base na extinção das anãs brancas, os corpos celestes mais duradouros do Universo. A pesquisa também considerou o fenômeno da evaporação dos buracos negros, conhecido como radiação Hawking, proposto pelo físico Stephen Hawking na década de 1970. Essa radiação provoca a dissolução lenta dos buracos negros, e os pesquisadores aplicaram esse conceito a outros objetos celestes.

Apesar da previsão do fim do Universo, a Terra deve desaparecer muito antes disso. Os cientistas estimam que, em cerca de um bilhão de anos, o brilho do Sol aumentará, tornando as condições inadequadas para a vida e fazendo com que os oceanos evaporem. Além disso, em aproximadamente 8 bilhões de anos, a expansão do Sol deve engolir a Terra, que já estará estéril e sem vida.

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