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Trump lança stablecoin USD1, mas enfrenta dificuldades para atrair usuários e volume

USD1, a stablecoin de Donald Trump, enfrenta dificuldades com baixa demanda e concentração de liquidez, enquanto Trump Jr. defende sua importância.

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A stablecoin USD1, lançada por Donald Trump através da World Liberty Financial, começou com baixo desempenho, apresentando pouca demanda e concentração de liquidez em poucas carteiras. O analista Adam Morgan McCarthy comentou que a moeda não conseguiu se destacar em um mercado de stablecoins que já é grande. Embora tenha tido um aumento de atividade em uma plataforma descentralizada, a maior parte da liquidez vem de apenas três carteiras, levantando dúvidas sobre a demanda real. Donald Trump Jr. defendeu a USD1 como um ativo estratégico que poderia ajudar a manter a hegemonia do dólar, mas a moeda ainda não mostrou ampla adoção, especialmente em comparação com concorrentes como a Tether. A falta de parceiros institucionais e incentivos promocionais também contribui para o fraco desempenho da USD1. Além disso, a família Trump enfrenta críticas por sua crescente participação no mercado de criptomoedas, com preocupações sobre a concentração de riqueza e a exploração de investidores. Trump Jr. afirmou que a busca por alternativas descentralizadas surgiu após a família ter dificuldades para obter financiamento no sistema bancário tradicional, destacando que a USD1 é totalmente respaldada por títulos do governo dos EUA. Ele acredita que stablecoins podem ser benéficas para a economia americana, citando empresas que compram grandes quantidades de títulos do governo.

Donald Trump lançou a stablecoin USD1 através da World Liberty Financial, mas o ativo teve um início fraco, com baixa demanda e concentração de liquidez em poucas carteiras. A nova moeda, que busca competir em um mercado crescente de stablecoins, enfrenta críticas sobre sua viabilidade.

Dados recentes mostram que a USD1 não conseguiu atrair um público amplo, permanecendo restrita a um nicho especulativo. O analista Adam Morgan McCarthy, da Kaiko, destacou que a moeda teve um pico de atividade em plataformas descentralizadas, mas não conseguiu transitar para mercados centralizados. A média diária de volume na PancakeSwap, uma exchange descentralizada, chegou a R$ 14 milhões, enquanto na Binance o volume foi de apenas R$ 8 milhões.

A falta de usuários reais é uma preocupação, com mais da metade da liquidez da USD1 na PancakeSwap concentrada em apenas três carteiras, que provavelmente estão ligadas à equipe da World Liberty Financial. Donald Trump Jr. defendeu a stablecoin como um ativo estratégico, afirmando que as stablecoins podem fortalecer a hegemonia do dólar. Ele citou empresas como a Tether, que são grandes compradoras de títulos do Tesouro dos Estados Unidos.

Apesar das declarações otimistas, a USD1 ainda não demonstrou uma adoção ampla, ao contrário de concorrentes como o token RLUSD da Ripple, que tem um volume diário médio de R$ 50 milhões. A falta de parcerias institucionais e incentivos promocionais é vista como um dos principais fatores para o desempenho abaixo do esperado da USD1.

Além da stablecoin, a World Liberty também lançou o token WLFI, que teve uma estreia morna, mas arrecadou pelo menos R$ 550 milhões em vendas de tokens. A empresa destina 75% dos lucros a entidades ligadas à família Trump. A relação da família com o mercado de criptomoedas continua a gerar polêmica, especialmente após o lançamento do token $TRUMP, que foi criticado por sua concentração de riqueza e pela exploração de traders de varejo.

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