- Nesta quinta-feira, três de julho, o bitcoin ultrapassou a marca de US$ 110 mil, gerando otimismo entre investidores.
- O valor máximo anterior da criptomoeda foi próximo de US$ 112 mil.
- Após a divulgação dos dados do Payroll nos Estados Unidos, que mostraram a criação de 147 mil vagas em junho, houve uma leve correção no mercado.
- Atualmente, o bitcoin está cotado a US$ 109.331, com alta de 1,7% nas últimas 24 horas e crescimento de 2% na última semana.
- A analista técnica Ana de Mattos destacou resistências em US$ 111.200 e US$ 112.200, e suportes em US$ 104.000 e US$ 101.475.
Nesta quinta-feira, 3, o bitcoin superou a marca de US$ 110 mil, despertando otimismo entre os investidores por um novo recorde histórico. O valor máximo anterior da criptomoeda foi próximo de US$ 112 mil. Contudo, a divulgação de dados do Payroll nos EUA, que indicaram a criação de 147 mil vagas em junho, acima das expectativas, resultou em uma leve correção no mercado.
Atualmente, o bitcoin está cotado a US$ 109.331, apresentando uma alta de 1,7% nas últimas 24 horas, conforme informações do CoinMarketCap. Nos últimos sete dias, a criptomoeda acumula um crescimento de 2%. Ana de Mattos, analista técnica e trader da Ripio, destacou que o preço do bitcoin iniciou um rali, alcançando uma máxima de US$ 110.253. As próximas resistências de curto e médio prazo estão nas faixas de US$ 111.200 e US$ 112.200, enquanto os suportes são em torno de US$ 104.000 e US$ 101.475.
Impacto dos Dados do Payroll
A leve correção do bitcoin foi influenciada pela divulgação dos dados do mercado de trabalho nos EUA. João Galhardo, analista de research da Mynt, explicou que a criação de vagas superou as expectativas, o que reforçou uma visão mais otimista sobre a resiliência do mercado de trabalho. Isso impactou as apostas de cortes de juros, levando o rendimento dos Treasuries de 10 anos a subir para 4,28% e fortalecendo o dólar.
Apesar da correção pontual, o cenário permanece positivo para os próximos dias. Os investidores estão absorvendo entradas significativas em ETFs de BTC e ETH no início do mês, além de avanços regulatórios importantes no cenário internacional. No entanto, Galhardo alerta que dados econômicos robustos ainda podem gerar volatilidade e reposicionamentos em ativos de risco.
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