Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Estamos prestes a entrar no inferno dos dispositivos vestíveis

Editor relata exaustão com wearables no conceito de wearable maximalism, diz que dois smartwatches não bastam e clama a Big Tech para repensar o monitoramento constante

This is wearable maximalism but subtract two smartwatches and smart glasses, and this could be you in three years.
0:00
Carregando...
0:00
  • O uso de dispositivos vestíveis aumenta a fadiga tecnológica, com usuários sobrecarregados ao gerenciar múltiplos gadgets.
  • Editor da The Verge descreve o “maximalismo vestível”, mantendo dois smartwatches — Apple Watch e Garmin — para monitorar atividades; resposta a leitor foi “absolutamente não”.
  • Mesmo com alta tolerância, a experiência é exaustiva, incluindo marcas de bronzeado nos pulsos e interrupções constantes por notificações.
  • Monitores contínuos de glicose geram escrutínio sobre alimentação, causando estresse; rotina envolve até trinta minutos diários de revisão de dados e cansaço visual dos óculos inteligentes.
  • O editor pede detoxes de dispositivos e apela às Big Techs para repensar os problemas, defendendo equilíbrio entre tecnologia e vida pessoal para evitar tornar-se mais ciborgues do que humanos.

O aumento do uso de dispositivos vestíveis, como smartwatches e óculos inteligentes, tem gerado uma preocupação crescente com a chamada “fadiga tecnológica”. Em meio a essa revolução tecnológica, muitos usuários se sentem sobrecarregados ao tentar gerenciar múltiplos gadgets ao mesmo tempo.

Recentemente, o editor da The Verge compartilhou sua experiência com o que ele chama de “maximalismo vestível”, onde a utilização de vários dispositivos se transforma em um desafio diário. Ele descreve a luta de equilibrar dois smartwatches, um Apple Watch e um Garmin, para otimizar o monitoramento de atividades físicas. A resposta para um leitor que questionava se deveria adotar essa prática foi um enfático “absolutamente não”.

A Realidade do Maximalismo Vestível

O editor relata que, apesar de sua alta tolerância ao uso de múltiplos dispositivos, a experiência ainda se revela exaustiva. Ele menciona as marcas de bronzeado causadas pelos smartwatches e as constantes interrupções provocadas por notificações de vários gadgets. Além disso, a utilização de monitores contínuos de glicose (CGMs) leva a um escrutínio excessivo sobre a alimentação, gerando estresse e desconforto.

A rotina inclui sessões de revisão de dados que consomem até 30 minutos diariamente, além de um cansaço visual significativo devido aos displays dos óculos inteligentes. Para lidar com essa sobrecarga, o editor sugere a necessidade de “dias de detox”, onde ele se desliga desses dispositivos para recuperar a sua humanidade.

Um Chamado à Indústria

Diante desse cenário, ele apela às grandes empresas de tecnologia para que reconsiderem os problemas que estão tentando resolver com esses dispositivos. A reflexão sobre se esses desafios realmente existem é crucial, pois, segundo ele, a busca incessante por inovação pode levar a um futuro onde cada vez mais pessoas se sintam “mais ciborgues do que humanas”.

Esse alerta destaca a importância de um equilíbrio saudável entre tecnologia e vida pessoal, evitando que a inovação se torne um fardo em vez de uma ferramenta que melhora a qualidade de vida.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais