O administrador e ex-Faria Lima Pedro Plastino, de 30 anos, juntamente com Rodrigo Brandão, de 45, ex-BNDES, lideram um projeto para transformar a floresta em renda e governança local, com investimento próprio. O anúncio central envolve a criação da Joias Ecológicas, empresa que passa a atuar no mercado de carbono em comunidades da Amazônia.
A novidade foi revelada com exclusividade à Forbes, indicando investimento próprio de 1,5 milhão de reais para lançar a empresa. A iniciativa busca promover práticas de conservação aliadas a ganhos econômicos para comunidades locais, por meio de mecanismos de compensação de carbono.
O nome Joias Ecológicas é explicado pelos sócios como uma referência a áreas públicas de reservas florestais, consideradas a joia ecológica e a coroa da biodiversidade. Segundo Plastino, essas áreas abrigam a maior variedade de espécies e comunidades mais protegidas, justificando o foco do negócio.
O projeto surge a partir de experiências anteriores dos envolvidos no setor financeiro e em instituições públicas, com o objetivo de traduzir a paisagem florestal em ativos econômicos e governança participativa. Ainda não há cronograma detalhado de operações ou metas de curto prazo.
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