O presidente do Fed, Jerome Powell, informou que o Departamento de Justiça encaminhou à instituição manuscritos de grande júri, com ameaça de indiciamento, ligando-se a uma investigação sobre seu depoimento no Senado. A Procuradoria investiga a renovação de 2,5 bilhões de dólares na sede em Washington.
Powell declarou, em vídeo publicado no fim de semana, que a ação seria uma retaliação pela manutenção de altas taxas de juros, consideradas pelo Fed como necessárias para servir ao público. A afirmação aparece ligada a decisões de política monetária recentes.
O governo, por meio de Trump, afirma que não tem conhecimento da investigação e sustenta que as autoridades não pressionam o Fed por alterações na taxa de juros. O ex-presidente negou envolvimento direto e criticou a gestão de Powell.
Trump também comentou que as investigações não visam influenciar as decisões sobre juros, segundo sua leitura do caso. A defesa de Powell aponta o uso de instrumentos legais para apuração de eventuais irregularidades administrativas.
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Powell, que tem mandato até maio de 2026, pode permanecer no Conselho do Fed até 2028, o que aponta para mudanças no comando da instituição e possíveis impactos sobre taxas, câmbio e o humor macroeconômico.
Desdobramentos e contexto
A investigação gira em torno do depoimento de Powell no Senado, relacionado à reforma da sede do Fed. Não há confirmação de que as medidas tenham relação direta com decisões de política monetária.
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