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Maior site de pirataria de mangá do mundo fecha após perdas de US$ 5 bilhões

BATO.TO e sessenta sites relacionados foram fechados após operação entre a polícia de Xangai e o Ministério da Economia do Japão, com perdas estimadas em até 5 bilhões de dólares

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O maior site de pirataria de mangá do mundo, BATO.TO, e cerca de 60 sites relacionados tiveram as suas operações encerradas. A ação ocorreu após uma operação conjunta entre a Secretaria de Segurança Pública de Xangai, na China, e o Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão.

O suspeito de operar o conjunto de sites foi preso por infração de direitos autorais. A investigação foi iniciada com solicitações de editoras japonesas e envolveu cooperação internacional, incluindo empresas como Kadokawa e a parceria entre Sony e Kadokawa. A China Literature Limited, controlada pela Tencent, também colaborou.

Segundo a CODA, o BATO.TO foi alvo de buscas até 19 de novembro de 2025, com o grupo mantendo operação restrita até 19 de janeiro, quando foi confirmado o fechamento de todos os 60 sites. A CODA informou a continuidade apenas até essa data.

Dados da investigação indicam que os 60 sites somaram cerca de 350 milhões de visitas apenas em maio de 2025. A CODA afirma que o impacto econômico seria de aproximadamente 770 bilhões de ienes, perto de 5 bilhões de dólares.

Apenas pesquisadores afirmam que um estudo recente do Ministério japonês da Economia aponta perdas na casa de 5,7 trilhões de ienes em 2025 pela pirataria de anime, mangá e videogames. A CODA reporta que a ação teve apoio das editoras japonesas.

Na semana seguinte, houve registro de surgimento de uma nova clone de BATO.TO, anunciada em 20 de janeiro, um dia após a confirmação do fechamento. A equipe do antigo grupo modular não confirmou a legitimidade da nova plataforma.

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