O livro Um Renascer para o Estado do Rio de Janeiro chega às livrarias neste domingo, 15 de março de 2026, com uma coletânea de 11 textos de 27 autores. A obra apresenta diagnósticos sobre dificuldades e propostas de solução para diversas áreas de desenvolvimento do estado. A publicação reúne uma organização promovida por economistas reconhecidos no debate público.
Entre os temas tratados, o volume traça caminhos para a segurança pública, finanças públicas e uso de energia. O conjunto busca oferecer análises técnicas e propostas para aprimorar políticas estaduais, com foco em resultados práticos.
O lançamento ocorre no Rio de Janeiro, com destaque para a participação de especialistas e agentes do setor público. A obra é apresentada por meio de capítulos que discutem mudanças estruturais, ajustes fiscais, avaliação de incentivos e transição energética.
Conteúdo e perspectivas
O capítulo dedicado à segurança pública, elaborado pela economista Joana Monteiro e pelo sociólogo Ramón Chaves, recomenda priorizar investigações de mortes violentas e fomentar a vinculação entre policiais e grupos criminosos para reduzir a violência.
Outra parte, sobre finanças públicas, é assinada pelo economista Gabriel Leal de Barros. O texto aponta o crescimento das despesas com pessoal e com isenções, além da dobra da dívida estadual entre 2010 e 2016, defendendo revisão de incentivos e reestruturação de cargos.
No capítulo sobre petróleo, Adriano Pires, Luana Furtado e Deborah Rodrigues defendem o impulso ao uso do gás natural como combustível de transição, com menor emissão de gases de efeito estufa que o petróleo. Os autores indicam também oportunidades para o biometano.
Há ainda textos que tratam de políticas sociais, mudanças climáticas e administração pública, reforçando a visão integrada de desenvolvimento regional.
Lançamento e próximos passos
O livro terá um evento de lançamento no dia 26 de março, na Livraria Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro. O encontro deverá reunir autores e leitores interessados em debater as propostas apresentadas. O formato pretende favorecer o diálogo entre academia, governo e sociedade civil.
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