O problema não é a falta de análise, e sim olhar para o lugar errado ao avaliar concorrência. A sensação de que tudo está organizado não garante acerto na decisão.
Listas, comparações e dados existem, mas não ajudam se o ponto de referência for o ambiente da sala de análise. O desafio está no que se observa, não no que se observa.
Análises feitas dentro de uma sala com ar-condicionado não correspondem ao comportamento do consumidor fora dali. O que funciona na prática nem sempre aparece nos relatórios.
Mudança de foco na concorrência
O consumidor não pensa em categorias nem em concorrentes diretos. Ele busca resolver o momento, com água, suco, refrigerante ou até sem consumir. Essa visão muda tudo.
Essa percepção desloca o foco para quem está ao lado da prateleira, não para quem está na mente do consumidor. O que importa é entender a decisão real no momento da compra.
Não é que a concorrência tenha aumentado; é que a referência de comparação mudou. É preciso observar o que o consumidor encara antes de comprar, e não apenas quem está ao lado na gôndola.
Entretanto, especialistas ressaltam que a estratégia deve considerar situações além da vitrine, para capturar decisões que não aparecem nos formatos tradicionais de análise.
Fonte: conteúdo fornecido pelo leitor, sem links.
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