A produção de azeite no Brasil deve chegar a 1 milhão de litros em 2026, com a maior parte vindo do Rio Grande do Sul, que deve contribuir com cerca de 800 mil litros. A perspectiva surge após safras fragilizadas pelo clima, marcando recuperação do setor.
A soma do otimismo é fruto de maior investimento em olivicultura e de avanços em pesquisas, segundo a vice-presidente do Ibraoliva. A expectativa é de uma oferta mais variada, fortalecendo a competitividade do azeite nacional frente aos produtos europeus.
Apesar dos sinais positivos, o setor enfrenta gargalos logísticos. Estradas ruins e falhas na comunicação entre produtores e áreas de plantio podem impactar o escoamento da produção.
Desafios logísticos
As dificuldades de distribuição ressaltam a necessidade de melhoria de infraestrutura para a cadeia do azeite. Investimentos na logística são vistos como determinantes para manter a supersafra em ritmo estável.
Especialistas destacam que o crescimento depende também da rede de armazenagem adequada e de cadeia de suprimentos eficiente, para evitar perdas e manter a qualidade do produto.
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