Fundos locais aumentaram a aposta no real, atingindo o nível mais alto em dois anos, com o objetivo de diversificar portfolios. O movimento acompanha a demanda por ativos brasileiros em meio a cenários globais voláteis.
Gestores seguem a tendência aberta por fluxos estrangeiros que buscam alternativas ao mercado americano, resultado em maior exposição à moeda brasileira nos fundos nacionais.
Fabricio Taschetto, da Ace Capital, destaca que a valorização do real se insere na depreciação generalizada do dólar frente a várias moedas, contribuindo para a atratividade relativa do Brasil.
O deslocamento de peso para ativos locais vem desde o início de 2024, quando ainda havia otimismo sobre o arcabouço fiscal, o que sustenta a percepção de risco e retorno no ambiente doméstico.
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