A Fatia de pessoas com algum tipo de rendimento no Brasil atingiu o maior patamar desde o início da série, em 2012. Em 2025, 67,2% da população tinha renda, contra 66,3% em 2024, representando cerca de 143 milhões de brasileiros com alguma renda.
O dado faz parte da pesquisa PNAD Contínua de Rendimento de todas as fontes, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira. A leitura aponta avanço tanto no conjunto quanto nas domicílios com rendimentos originados do trabalho, entre outros.
Disparidades regionais
A região Sul teve a maior proporção de residentes com renda em 2025, 70,9%, ante 70,1% em 2024, o maior nível desde 2012. No Norte, a participação subiu de 59,6% para 60,6%. No Nordeste, passou de 63,5% para 64,4%.
Outras regiões e fontes de renda
No Centro-Oeste, a participação com renda subiu de 65,5% para 66,9%. No Sudeste, passou de 68,3% para 69,2%. O avanço regional explica parte do crescimento nacional do indicador.
Fontes de renda
A renda originada do trabalho avançou de 47,1% para 47,8% entre 2024 e 2025, atingindo novo patamar da série. A parcela com renda de outras fontes — como aposentadorias, aluguel, programas de transferência e pensões — também cresceu, de 26,5% para 27,1%.
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