O estudo conjunto da Influency.me e Opinion Box, com 1.201 usuários de redes sociais no Brasil, aponta que 84% valorizam conteúdos feitos por pessoas. A pesquisa integra o relatório Consumo e Influência Digital 2026, divulgado pelos parceiros.
A pesquisa analisa como influenciadores afetam decisões de compra, formatos que despertam interesse e os fatores que influenciam percepção e conversão ao longo da jornada de consumo.
A inteligência artificial aparece como recurso reconhecido por 40% dos entrevistados como útil, mas 43% duvidam do uso em conteúdos de produto e 54% não aprovam imagens geradas artificialmente. A preferência, porém, ainda é por conteúdo humano.
Credibilidade dos conteúdos publicitários está vinculada à apresentação da informação: 68% valorizam conhecimento do criador, 64% apontam pontos negativos e 57% respondem dúvidas técnicas. Edições mais simples ou nulas costumam agradar 43% e 32%, respectivamente.
O consumo real também demonstra inclinações: 70% preferem fotos do dia a dia com o produto; 52% desejam ver o produto em rotina e 46% buscam demonstrações de resultado. Vídeos são o formato mais utilizado, com 77% da preferência, e 65% gostam de conteúdos curtos.
A influência nas redes depende do interesse gerado: 50% clicam em links apenas quando o produto é relevante, 25% raramente ou nunca interagem. Ainda assim, 31% comparam preços, 26% leem avaliações e 19% verificam a reputação da marca antes da decisão de compra; 69% já compraram por recomendações.
Os valores dos influenciadores também impactam o consumo. Para 63%, aspectos políticos e sociais influenciam a escolha de quem seguir, o que pode levar parte dos consumidores a abandonar produtos de criadores com posicionamentos divergentes.
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