O jovem brasileiro está mais cauteloso na hora de consumir e busca informações antes de tomar decisões de compra. Dados de uma nova pesquisa mostram que assistir a vídeos de review antes de realizar uma compra importante, enquanto outros consultam avaliações de consumidores e comparam preços na internet.
Segundo o levantamento do Observatório CIEE, braço de inteligência de mercado do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), 48,1% dos entrevistados assistem a vídeos de review quando precisam fazer uma compra importante. Outros 19,6% consultam avaliações de consumidores e 18,6% comparam preços na internet.
O comportamento está relacionado também à realidade financeira dos jovens. Segundo o levantamento, 50,1% conciliam estudo e trabalho, enquanto 54,5% afirmam pagar integralmente pelas próprias compras.
Quando sobra dinheiro no fim do mês, 39,7% dizem preferir guardar ou investir os recursos. Outros 14,4% destinam o dinheiro para ajudar nas despesas da casa.
O jovem brasileiro está mais cauteloso na hora de consumir e busca informações antes de tomar decisões de compra. Dados de uma nova pesquisa mostram que assistir a vídeos de review antes de realizar uma compra importante, enquanto outros consultam avaliações de consumidores e comparam preços na internet.
Segundo o levantamento do Observatório CIEE, braço de inteligência de mercado do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), 48,1% dos entrevistados assistem a vídeos de review quando precisam fazer uma compra importante. Outros 19,6% consultam avaliações de consumidores e 18,6% comparam preços na internet.
O comportamento está relacionado também à realidade financeira dos jovens. Segundo o levantamento, 50,1% conciliam estudo e trabalho, enquanto 54,5% afirmam pagar integralmente pelas próprias compras.
Quando sobra dinheiro no fim do mês, 39,7% dizem preferir guardar ou investir os recursos. Outros 14,4% destinam o dinheiro para ajudar nas despesas da casa.
“Existe uma imagem de que o jovem compra por impulso, segue qualquer tendência e se deixa levar facilmente pela publicidade. Os dados mostram uma realidade diferente. Estamos falando de uma geração que pesquisa, compara e busca informações antes de tomar decisões, especialmente porque uma parcela significativa já administra o próprio dinheiro”, afirma Rodrigo Dib, superintendente Institucional do CIEE.
Preço e qualidade são fatores decisivos
Na relação com as marcas, os jovens apontam atributos objetivos como os principais fatores de admiração. Qualidade aparece em primeiro lugar, citada por 48,8% dos entrevistados.
Na sequência estão preço, com 26,4%, e atendimento, com 24,7%. As causas defendidas pelas empresas aparecem apenas na quinta posição entre os fatores avaliados.
+ Redes sociais influenciam alta no consumo de proteína, aponta Atlas/Intel
WhatsApp é o canal preferido para comunicação com marcas
O WhatsApp aparece como o principal canal escolhido pelos jovens para receber comunicação de empresas. Se pudessem escolher apenas uma opção, 54,8% optariam pelo aplicativo.
O percentual é bem superior ao do e-mail, escolhido por 13,1%, enquanto apenas 1,6% preferem notificações de aplicativos.
O resultado aponta para uma preferência por formas de comunicação consideradas mais rápidas e diretas no relacionamento com as marcas.
As plataformas e marketplaces online são o principal ambiente de compras para 70,2% dos entrevistados. As lojas físicas aparecem na preferência de 20,9%, enquanto 7,3% optam pelos e-commerces próprios das marcas.
No pagamento, o Pix lidera, com 63,3% das preferências. O crédito parcelado aparece em segundo lugar, com 18,9%, especialmente como alternativa para compras de maior valor.
Jovens confiam mais em influenciadores especializados
A popularidade de um influenciador também não significa, necessariamente, maior confiança entre os entrevistados. 44,6% confiam mais em micro e médios influenciadores especializados em determinados assuntos.
Já 6,3% dizem confiar mais em grandes influenciadores e famosos. Além disso, 34,1% afirmam não confiar em nenhum tipo de influenciador.
O Radar Jovem CIEE foi desenvolvido pelo Observatório CIEE em julho de 2026 e ouviu 4.834 jovens entre 14 e 28 anos, com idade média de 18,96 anos, entre 21 de julho e 4 de agosto de 2026.
A pesquisa tem margem de erro de ±1,4% e intervalo de confiança de 95%. Segundo a metodologia apresentada, o perfil dos participantes representa a juventude urbana brasileira em transição para a vida adulta e o mercado de trabalho. Do total, 79,5% são oriundos de escolas públicas.
+ 72% usam Google na decisão de compra; Gerações X e Y ignoram TikTok, diz estudo
Entre na conversa da comunidade