O cantor, compositor e instrumentista Rodrigo Maranhão lançou no início deste ano o sexto álbum, intitulado O Amor e o Tempo. O trabalho, com 10 faixas, reúne uma sólida linha de composições que mostram o domínio do artista na música autoral.
Desde a década de 1990, Maranhão participou ativamente do renascimento do carnaval de rua no Rio de Janeiro. Em 1998 ele fundou o Bangalafumenga, movimento que ajudou a revitalizar a folia ao lado de blocos como Cordão do Boitatá e Monobloco.
Novo álbum e parcerias
O Amor e o Tempo conta com a participação de Mart’nália e Chico Chico, além de nomes da geração de Maranhão, como Gabriel Moura, João Cavalcanti, Moyseis Marques, Zé Paulo Becker e Pretinho da Serrinha, que também assume a percussão. A produção é de João Viana.
O disco marca um retorno ao formato totalmente autoral, segundo o artista. Maranhão relembra ter deixado de lado esse formato no decorrer da carreira e destaca uma fase musical mais madura. O samba aparece com força, mas o músico não se define como sambista raiz.
Entre na conversa da comunidade