Harry Styles, aos 32 anos, é capa da Runner’s World publicada na terça-feira (3). Na entrevista, o artista conversa com Haruki Murakami sobre como o livro Do Que Eu Falo Quando Falo de Corrida influenciou sua trajetória musical. Ele cita a libertação de acreditar que a música precisa ser prejudicial à saúde.
O cantor afirma que hoje enxerga a prática musical como algo sustentável, que pode durar sem custar a saúde. Murakami, por sua vez, comenta que, no passado, muitos músicos morriam jovens, o que reforça a ideia de viver de forma mais equilibrada.
Durante a conversa, Styles revela ter tirado folga em 2024 para viajar, pela primeira vez de modo semelhante ao que faria ao longo da vida. Nesse período, ele descobriu gosto pela música eletrônica e pelo aspecto melódico do gênero.
Mudanças na sonoridade
Styles comenta que a música eletrônica o atrai pela melodia e pela sensação de comunidade na pista. Ele explica buscarno no estúdio a mesma imersão que tem ao dançar, sem soar como sermão, mas como uma experiência compartilhada com o público.
O artista diz que quer sentir a mesma energia no palco, deixando claro que a nova abordagem busca proximidade com os fãs. Também destaca que a experiência de produção deve permitir que todos se reconheçam na música, sem imposições.
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