Audrey Hobert, cantora e compositora de 26 anos, tem se firmado como coautora de hits e está consolidando uma carreira solo com uma sequência de músicas de forte apelo pop. Seu percurso ganhou impulso após parcerias com Gracie Abrams e passagem por NYU Tisch.
Nos bastidores, Hobert começou em Nova York, estudando escrita dramática e trabalhando na Nickelodeon. A parceria com Abrams resultou em That’s So True, faixa que soma bilhões de streams e carrega a assinatura de Hobert em guitarras rápidas e ritmo acelerado.
Ao longo de menos de dois anos na cena, a artista manteve o foco na escrita própria, explorando temas ligados à juventude, desejo e desilusão. A transição ocorreu após o fim do emprego na Nickelodeon e a assinatura de um acordo de publicação.
Debut e tema central
O álbum de estreia, *Who’s The Clown?*, traz 12 faixas com uma linha sonora marcada por teatralidade pop. Em canções como *Sex and the City*, Hobert examina a curiosa expectativa da vida adulta e a realidade por trás.
Estilo e referências
Hobert cita influências de SZA, Taylor Swift e MJ Lenderman, buscando canções que levem o ouvinte a percorrer caminhos inesperados. A artista aposta na construção de identidade musical própria, sem copiar estilos existentes.
Atualização de carreira
Atualmente em tour pela Europa, Hobert revela que pretende retomar a escrita sem pressa de seguir fórmulas. O objetivo é manter a base pop forte, ao mesmo tempo explorar novas possibilidades sonoras.
Entre na conversa da comunidade