Arlo Parks revela como o álbum Ambiguous Desire traduz um processo de recuperação. Nos últimos anos, a cantora resolveu enfrentar o burnout enquanto explorava novas paixões sonoras. O encontro ocorreu em um restaurante de Brooklyn, que fechou pouco antes do horário de abertura, levando-a a se adaptar a um bar ao lado com máquinas de pinball.
A artista descreve o disco como uma experiência coletiva, diferente do seu trabalho anterior, mais íntimo. A ideia foi transmitir a sensação de estar em um espaço aberto e pulsante, com dançarinas e DJs como parte da narrativa musical.
Ao longo da conversa, Parks comenta que o álbum traz personagens que aparecem e somem, refletindo relações e noites marcantes. O projeto atual é visto como uma evolução marcante, que mescla ritmos dançantes com momentos de vulnerabilidade.
Quem participou da concepção da obra inclui colaboradores que aparecem nas faixas, além de Phoenix e Sampha em participações. A coleção de canções ganha peso com referências a encontros, despedidas e ao ato de curar por meio da música, dança e presença de outras pessoas.
A agenda de Parks também inclui planos para experiências ao vivo, com referências a atividades culturais futuras que a inspiram. O tom geral do trabalho reforça uma transição de um registro mais contido para um universo sonoro mais amplo e comunicativo.
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