Michael Jackson: cinebiografia dirigida por Antoine Fuqua chega aos cinemas brasileiros e traz como um de seus focos a relação conturbada entre o Rei do Pop e o pai, Joe Jackson. O filme tem Jaafar Jackson no papel principal, sobrinho de Michael.
A narrativa promete explorar a trajetória de sucesso dos Jackson 5 desde a infância, marcando a figura de Joe, que moldou o início da carreira da família e também deixou traumas psicológicos. Joe faleceu em 2018 aos 89 anos.
Relatos de Michael aparecem em Moonwalk, de 1988, e em entrevistas de 1993, revelando um pai que punha o cinto a cada erro nos ensaios. O medo em presencia de Joe era descrito por Michael como intenso, chegando a causar mal-estar.
O que se sabe sobre a visão de Joe
Joe defendia que o treinament o rígido afastava os filhos de gangues e drogas, assegurando a segurança financeira da família. Ele dizia que o controle era essencial para o sucesso comercial dos Jackson 5.
A relação profissional entre pai e filho se degrada quando Michael ganha autonomia. Em 1979, após Off the Wall, ele demite Joe como empresário. Michael afirmou que demitir o próprio pai não foi fácil, sinalizando o rompimento.
Joe Jackson morreu em junho de 2018, de câncer pancreático, e foi enterrado próximo de Los Angeles. O cinebiografado retrata esse desfecho dentro do contexto da vida pública de Michael e da memória familiar.
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