Apesar de ser uma obra de ficção, O Diabo Veste Prada tem raízes em vivências da indústria de moda. Lançado em 2003, o best-seller de Lauren Weisberger tem ligações com seu período como assistente de Anna Wintour na Vogue.
Weisberger diz que o livro se baseia na experiência geral de trabalho com a editora-chefe, não em uma imitação direta. Ela deixou a Vogue menos de um ano após ingressar na equipe, para seguir outros caminhos na carreira de escritora.
Na adaptação cinematográfica, a protagonista Andrea Sachs encara tarefas inusitadas da chefe Miranda Priestly, com tons de ficção. A narrativa mistura situações reais com elementos criados pela autora para a história.
§ Miranda Priestly: a origem controversa
Weisberger sustenta que Miranda é uma criação ficcional e não uma reprodução de Anna Wintour. Em 2003, a autora afirmou que nada foi baseado diretamente em Wintour, conforme divulgação à imprensa.
§ Anna Wintour comenta pela primeira vez
Ao The New York Times, em 2003, Wintour disse apenas ter curiosidade sobre a obra, sem confirmar ou negar semelhanças. Em entrevistas anteriores, a chefe da Vogue minimizou a relação entre a personagem e sua imagem real.
§ Embasamento da personagem Emily
A inspiração para Emily não foi oficialmente confirmada pela autora. Em 2026, a stylist Leslie Fremar afirmou ter servido de base para a figura vivida por Emily Blunt no filme. Fremar contou detalhes sobre o encontro com Wintour.
§ Revelações de Fremar sobre o livro
Fremar revelou que soube do livro após deixar a Vogue para a Prada. Relatou conversa com Anna Wintour, que reconheceu Weisberger como ex-assistente. A estilista afirmou que muitos aspectos do romance refletiram experiências vividas por ela.
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