Hanayrá Negreiros estreia com Negras maneiras de vestir, livro que reúne memória familiar, moda e diáspora negra no Brasil. A obra usa roupas como fio condutor para resgatar raízes e revelar narrativas invisibilizadas, com fotografias e acervos institucionais.
Olga Tokarczuk revisita o universo de terror e ironia de uma obra anterior em Terra de empusas: uma história de horror no sanatório. O novo romance, ambientado no início do século XX, coloca um estudante de engenharia em busca de cura enquanto circulam rumores sobre mortes e rituais ligados a bruxas.
Verena Smit apresenta Entre a palavra e a imagem, em que mescla fotografia e poesia. O livro, segunda obra da autora, mapeia identidade, pertencimento e amor por meio de imagens em preto e branco e registros urbanos.
Mariana Salomão Carrara entrega Cláudia Vera Feliz Natal, romance que explora o universo jurídico pela lente de um jovem magistrado. Ao narrar sua trajetória, o personagem revela fissuras do sistema ao lidar com um caso sensível.
Mar Garcia Puig assina A história dos vertebrados, que dialoga maternidade, saúde mental e recepção social. Memórias de parto, mitologia e história da medicina entrelaçam relatos de mães para discutir a patologização da experiência materna.
Ruth Whippman traz Mãe de menino, que investiga a educação de garotos em meio a debates sobre masculinidade, saúde mental e tecnologia. A autora parte de uma experiência pessoal para propor um olhar feminista sobre as expectativas sociais.
Lisa Mosconi lança O cérebro da mulher, marco científico que analisa saúde neurológica feminina. O livro aborda menopausa, hormônios, sono, estresse e alimentação, oferecendo orientações para prevenção cognitiva voltadas a mulheres.
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