The Guardian divulgou a lista dos 100 melhores romances da história, com votos de mais de 170 autores, críticos e intelectuais. Entre eles estão Stephen King, Bernardine Evaristo, R.F. Kuang e Salman Rushdie. A seleção busca refletir diversidade e importância literária mundial.
O ranking é ledado por Middlemarch: Um Estudo da Vida Provinciana, de George Eliot, lançado em 1871. Em seguida aparecem Amada, de Toni Morrison, (1987), e Ulysses, de James Joyce, (1920). Fecham o top 5 Passeio ao Farol e Em Busca do Tempo Perdido.
Entre as obras de destaque, há títulos de Jane Austen, Charles Dickens, Liev Tolstói, Marcel Proust e Virginia Woolf, repetidos com frequência entre os votantes. O levantamento mostra também a presença de Dostoiévski, Nabokov e Orwell com múltiplas menções.
Representação regional e pontos-chave
Não há obras brasileiras na lista, enquanto a América Latina aparece com Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, na 17ª posição, e Pedro Páramo, de Juan Rulfo, na 96ª. A presença de obras latino-americanas é assim moderada, mas marcada por clássicos.
Entre os autores mais citados estão Woolf, Austen e Dickens, com várias menções cada um. Tolstói, Dostoiévski e Nabokov aparecem duas vezes, destacando a presença de grandes nomes no conjunto. Rushdie figura como o único votante listado entre as obras.
Rushdie também aparece com Os Filhos da Meia-Noite, de 1981, na 23ª posição, sendo o único autor votante contemplado no ranking. A lista completa inclui títulos como O Conto da Aia, 1985, e 1984, 1949, de Margaret Atwood e George Orwell, respectivamente.
A relação de obras contempla clássicos de drama, romance realista e ficção científica, com títulos como Cem Anos de Solidão, O Morro dos Ventos Uivantes e Lolita entre os itens de destaque. A seleção reforça a diversidade histórica e geográfica do cânone literário.
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