Hannah Murray, atriz conhecida por Gilly em Game of Thrones, publica um trecho de seu memoir que aborda passagens de psicose e a internação em hospital psiquiátrico. O texto faz parte de The Make-Believe: A Memoir of Magic and Madness, publicado pela Cornerstone.
No relato, a justificativa para a internação surge em meio a uma experiência de confusão e alucinações durante o período de tratamento. A narrativa descreve a sensação de ser controlada por personagens e estruturas da própria memória, sem detalhar procedimentos médicos específicos.
Segundo o trecho, a atriz recebe a notificação de que está sendo submetida à seção sob a Lei de Saúde Mental, com previsão de 28 dias e direito de apelação. A passagem enfatiza a tensão entre a identidade artística e a percepção de realidade.
A experiência descrita ocorre em um ambiente hospitalar, com foco em sensações de isolamento, rituais e dissociação. A autora menciona a tentativa de comunicação com familiares, contrapondo a percepção de ameaça com a necessidade de manter a própria narrativa.
O texto, divulgado pela imprensa britânica, integra a promoção da obra de Murray, que também envolve atividades públicas, como uma conversa agendada com Jessie Cave em Kings Place, Londres, em 5 de junho. A publicação reforça o tema da relação entre magia, saúde mental e a criação artística.
O conteúdo representa parte de uma obra mais ampla que retrata a trajetória da atriz, que trabalhou em Detroit e participou de produções associadas a grandes nomes do cinema e da televisão. A autora descreve o caminho de superação como uma jornada pessoal, com referências à energia interna e à imaginação.
A obra The Make-Believe traz uma visão autobiográfica sobre a intimidade entre talento, identidades múltiplas e desafios de saúde mental. O livro está disponível em livrarias e plataformas de venda, sem referências a traduções não autorizadas.
Fontes próximas ao jornal indicaram que Murray participa de entrevistas e eventos para divulgar o livro, sem comprometer a linha de neutralidade jornalística. As informações sobre a internação são apresentadas como parte do relato pessoal e literário, sem conclusão ou opinião.
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