No Alt Empordà, na Catalunha, vinicultores estão redescobrindo variedades locais de uvas, como o grenache gris e o carignan branco, para valorizar a tradição de produção de vinhos da região. Eles também estão experimentando novas variedades para se adaptar às mudanças climáticas. A Denominação de Origem (DO) Empordà cobre 89% da área plantada, que apresenta uma diversidade geológica que afeta a qualidade dos vinhos. Os vinhos variam entre os mais leves e frutados da planície e os mais estruturados e minerais das montanhas. A família Roig cultiva uvas como grenache negro, merlot e cabernet-sauvignon em solos argilosos, enquanto a vinícola Espelt Viticultors se destaca por suas vinhas centenárias, como o Pardells, que combina macabeu e grenaches. Além disso, a região está explorando variedades menos conhecidas, como o mourvèdre e a syrah, que se adaptam bem ao clima local. A vigneronne Anna Espelt ressalta a importância de preservar as vinhas antigas e testar o carignan branco em monocultura. O clima e a geologia local, incluindo o vento tramontana e a variedade de solos, são fundamentais para a singularidade dos vinhos da região. Os vinicultores estão comprometidos em adaptar suas práticas para manter a tradição vitivinícola do Alt Empordà.
No Alt Empordà, na Catalunha, vinicultores estão redescobrindo cépages locais, como grenache gris e carignan branco, para valorizar a tradição vitivinícola da região. A busca por novas variedades também é uma resposta às mudanças climáticas. A Denumeração de Origem (DO) Empordà abrange 89% do vinhedo local, com uma diversidade geológica que influencia a produção de vinhos.
Os vinhos da região variam entre os frutados e leves da planície e os estruturados e minerais das áreas montanhosas. A família Roig, por exemplo, cultiva grenache negro, merlot e cabernet-sauvignon em solos argilo-limosos. Já a vinícola Espelt Viticultors destaca-se pela produção de vinhos a partir de vinhas centenárias, como o Pardells, que combina macabeu e grenaches.
A região também é marcada por experimentações com variedades menos conhecidas, como mourvèdre e syrah, que se adaptam bem ao clima local. A vigneronne Anna Espelt enfatiza a importância de preservar as velhas vinhas e explorar o potencial dos cépages locais, como o carignan branco, que está sendo testado em monocultura.
Além disso, a influência do clima e da geologia local é crucial para a qualidade dos vinhos. A tramontana, um vento característico, e a diversidade de solos, que vão de granito a schistes, contribuem para a singularidade dos produtos da região. Os vinicultores estão comprometidos em adaptar suas práticas para garantir a continuidade da tradição vitivinícola do Alt Empordà.
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