Jean-Marc e Éliane Lafage, vinicultores de Roussillon, estão focados na viticultura regenerativa em parceria com a família Torres. Eles buscam melhorar a qualidade do solo e economizar água, enquanto sua filha Léa se junta ao negócio da família. O casal tem uma longa carreira como flying winemakers, trabalhando em várias regiões, incluindo a Califórnia. Eles administram 328 hectares em seis propriedades, sendo 260 hectares de sua própria terra. A produção na região enfrenta dificuldades, com as vinhas produzindo entre 20 e 30 hectolitros por hectare em boas condições. A seca e o calor têm afetado a viticultura, tornando a região semelhante a áreas semiáridas. Nos últimos cinco anos, eles têm usado biochar para melhorar o solo e reduzir o uso de água, podendo economizar até 180 metros cúbicos de água por hectare por ano, dependendo da chuva. Apesar de estarem separados na vida pessoal, continuam a trabalhar juntos na vinícola, com a nova geração se envolvendo no negócio.
Jean-Marc e Éliane Lafage, vignerons de Roussillon, estão focados na viticultura regenerativa em parceria com a família Torres. O objetivo é promover a recarbonatação dos solos e a economia de água, enquanto sua filha Léa se junta ao negócio familiar.
Os Lafage têm uma trajetória significativa como flying winemakers, atuando em diversas regiões vinícolas, incluindo a Califórnia. Entre 1992 e 2008, trabalharam em grandes vinícolas, como Gallo e De Bortoli. Jean-Marc, descendente de vignerons, e Éliane, com raízes em Montpellier, se conheceram na faculdade de farmácia e se tornaram enólogos.
Atualmente, eles administram 328 hectares em seis propriedades, sendo 260 hectares de sua propriedade. A produção no Roussillon enfrenta desafios, com as vinhas produzindo entre 20 e 30 hectolitros por hectare em condições ideais. A seca e o calor têm impactado a viticultura na região, que enfrenta condições semelhantes a áreas semiáridas.
Nos últimos cinco anos, o casal se dedicou à viticultura regenerativa, utilizando biochar para melhorar a qualidade do solo e reduzir o estresse hídrico. Essa técnica pode economizar até 180 metros cúbicos de água por hectare anualmente, dependendo das chuvas. Apesar de estarem separados na vida pessoal, Jean-Marc e Éliane continuam a trabalhar juntos no domínio, com a nova geração se envolvendo no negócio.
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