Marcelo Cafaldo, um chef brasileiro de 52 anos, vive em Roma e comprou o restaurante L’Officina em 2016, que tinha uma dívida de 75 mil euros. Ele se mudou para a Itália por curiosidade e por influência de uma amiga. Com sete anos de experiência em Londres, onde trabalhou com chefs famosos, ele mistura sabores brasileiros e italianos em sua cozinha. Em agosto de 2024, lançou o canal no YouTube chamado Chef Marcelo Cafaldo, onde compartilha receitas e suas experiências como imigrante. Marcelo fala sobre os desafios que enfrenta, como questões econômicas e culturais, e dá dicas para quem quer trabalhar com gastronomia na Itália, como aprender a língua e estar aberto a novas experiências.
Marcelo Cafaldo, um chef brasileiro radicado em Roma, lançou em agosto de 2024 seu canal no YouTube, Chef Marcelo Cafaldo. O canal apresenta receitas e segredos da culinária italiana, além de compartilhar suas experiências como imigrante.
Cafaldo, que adquiriu o restaurante L’Officina em 2016, enfrentou desafios significativos, incluindo dívidas de 75 mil euros (cerca de meio milhão de reais). O restaurante se tornou um espaço onde cinema e gastronomia se encontram. O chef, que veio da periferia de São Paulo, destaca a importância de sua jornada e as dificuldades enfrentadas na adaptação à cultura italiana.
Em entrevista, ele revelou que escolheu Roma por influência de uma amiga romana. A curiosidade e a insegurança o motivaram a explorar a Europa, especialmente a Itália, com sua rica história e cultura vibrante. Cafaldo também mencionou que suas inspirações culinárias vêm de sua experiência em Londres, onde trabalhou com chefs renomados e aprendeu sobre diversas culturas gastronômicas.
Desafios e Superações
O chef enfrenta desafios logísticos, econômicos e culturais. Cafaldo enfatiza a necessidade de resiliência e criatividade para se integrar à nova realidade. Apesar das dificuldades, ele nunca sofreu preconceito por ser imigrante brasileiro.
Para aqueles que sonham em viver da gastronomia na Itália, ele recomenda estudar a língua e a cultura local. “É fundamental evitar estereótipos culturais e ter um espírito aventureiro,” afirma. Essa abordagem, segundo ele, enriquece a vivência e a compreensão da culinária.
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