A França anunciou um concurso internacional de arquitetura para renovar o Museu do Louvre, com o objetivo de criar um “Novo Renascimento”. O projeto inclui uma nova entrada e um espaço exclusivo para a Monalisa, com conclusão prevista até 2031. A ministra da Cultura, Rachida Dati, afirmou que a entrada atual, inaugurada em 1988, é considerada obsoleta, já que o museu recebeu cerca de nove milhões de visitantes em 2024 e espera atingir 12 milhões após as reformas. A nova entrada será na Colunata Clássica de Perrault, oposta à pirâmide. Haverá também um espaço dedicado à Monalisa, que atrai mais de 20 mil visitantes diariamente, e a partir de 2031, os visitantes terão que pagar um suplemento para vê-la. O custo total do projeto é estimado entre 700 e 800 milhões de euros, com apenas uma parte financiada pelo Estado. Em 2026, um ingresso mais caro será cobrado de estrangeiros não residentes na União Europeia, com expectativa de arrecadar 20 milhões de euros a mais por ano.
A França anunciou, nesta sexta-feira (27), um concurso internacional de arquitetura para a renovação do Museu do Louvre, com o objetivo de criar um “Novo Renascimento”. O projeto inclui uma nova entrada e um espaço exclusivo para a Monalisa, com conclusão prevista até 2031.
A ministra da Cultura, Rachida Dati, destacou o lançamento do concurso como um “novo impulso arquitetônico e cultural” para o Louvre, que é o museu mais visitado do mundo. A entrada atual, inaugurada em 1988 e projetada para quatro milhões de visitantes anuais, é considerada “estruturalmente obsoleta”. Em 2024, o Louvre recebeu cerca de nove milhões de visitantes, e a meta é atingir 12 milhões após as reformas.
O novo acesso será localizado na Colunata Clássica de Perrault, na fachada oriental, oposta à famosa pirâmide. Além disso, um espaço dedicado à Monalisa, que atrai diariamente mais de 20 mil visitantes, será criado. A partir de 2031, os visitantes que desejarem ver a obra-prima terão que pagar um suplemento ao ingresso geral, cujo valor ainda não foi definido.
O custo total do projeto está estimado entre 700 e 800 milhões de euros (aproximadamente R$ 4,5 bilhões a R$ 5,1 bilhões) ao longo de uma década. Apenas uma pequena parte desse valor será financiada pelo Estado. A partir de 1º de janeiro de 2026, um ingresso mais caro será implementado para estrangeiros não residentes na União Europeia, com a expectativa de arrecadar cerca de 20 milhões de euros (R$ 129 milhões) adicionais anualmente.
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