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Cientistas revelam que a cor é uma experiência única e subjetiva em cada pessoa

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley criaram a cor "olo" com lasers, revelando a complexidade da percepção de cores.

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Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley descobriram uma nova cor chamada “olo” usando lasers. Essa cor é resultado da interação entre luz e células especiais nos olhos chamadas cones, que ajudam a perceber diferentes comprimentos de onda de luz. Normalmente, a cor que vemos depende de como a luz é refletida pelos objetos e processada pelo nosso cérebro. Cada pessoa percebe as cores de maneira um pouco diferente, pois temos variações nos cones. No experimento, os cientistas ativaram apenas os cones que detectam luz verde, criando uma cor pura que pode ser vista da mesma forma por todos. Isso mostra que a cor é mais sobre a experiência do que sobre a propriedade dos objetos. Artistas, como Stuart Semple, tentam recriar cores puras, mas ainda não conseguem. A pesquisa em Berkeley pode levar a novas formas de entender e experimentar cores no futuro, mostrando que a cor influencia nossas emoções e conexões com o mundo.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley desenvolveram uma nova cor chamada “olo” utilizando lasers, revelando a complexidade da percepção de cores. O estudo mostra que a cor não é uma propriedade objetiva, mas uma experiência subjetiva influenciada por fatores como luz e contexto.

Os cientistas ativaram células fotorreceptoras específicas na retina, conhecidas como cones M, que detectam comprimentos de onda de luz verde. Essa abordagem permitiu a criação de uma cor pura, sem a interferência de outros cones, resultando em uma percepção uniforme entre diferentes observadores. A cor “olo” não depende de condições materiais ou contextos, o que a torna única.

A pesquisa também destaca que a percepção de cor varia entre indivíduos devido a diferenças na sensibilidade dos cones. Por exemplo, o daltonismo vermelho-verde, comum em muitas pessoas, ocorre quando os cones M e L se sobrepõem excessivamente, dificultando a distinção entre cores.

Além disso, o estudo sugere que a linguagem pode influenciar a forma como percebemos as cores. A categorização de cores em diferentes idiomas pode afetar a capacidade de discriminação, evidenciando a diferença entre a experiência subjetiva e a realidade física da cor.

Artistas, como Stuart Semple, tentaram reproduzir a cor “olo” em forma de tinta, mas a experiência visual ainda depende da ativação simultânea de diferentes cones. O trabalho em Berkeley abre novas possibilidades para a compreensão da cor, permitindo experiências diretas e repetíveis. O futuro da pesquisa pode levar ao mapeamento dos fotorreceptores e das áreas cerebrais envolvidas na percepção de cores, ampliando nosso entendimento sobre como as cores moldam nossas emoções e conexões com o mundo.

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