A cineasta Petra Costa lançou seu novo filme, “Apocalipse nos Trópicos”, que aborda o crescimento das igrejas evangélicas no Brasil e sua relação com a política, incluindo a ascensão do bolsonarismo e os eventos de 8 de janeiro. O longa estreia em 3 de julho nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. O […]
A cineasta Petra Costa lançou seu novo filme, “Apocalipse nos Trópicos”, que aborda o crescimento das igrejas evangélicas no Brasil e sua relação com a política, incluindo a ascensão do bolsonarismo e os eventos de 8 de janeiro. O longa estreia em 3 de julho nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
O filme, que segue o estilo de “Democracia em Vertigem”, revisita momentos críticos da história recente do Brasil, como a pandemia e a gestão de Jair Bolsonaro, que minimizou a gravidade da crise sanitária. Costa, em colaboração com Anna Virginia Balloussier, entrevistou líderes evangélicos, incluindo o pastor Silas Malafaia. A pesquisa da Quaest revelou que a reprovação do governo Lula entre os evangélicos chega a 66%.
Críticas à Gestão Educacional
Além de criticar a política, o filme também aborda a situação das escolas em São Paulo. A Secretaria de Educação identificou 25 escolas com desempenho insatisfatório, incluindo o Espaço de Bitita, que atende 800 alunos, muitos filhos de imigrantes. Apesar dos investimentos de R$ 2,7 milhões, a escola foi sancionada por não atender aos critérios de avaliação.
A situação da Bitita reflete um problema mais amplo na avaliação educacional, que não considera as condições especiais dos alunos. A Secretaria defendeu sua posição, mas a crítica à rigidez dos critérios de avaliação persiste.
Desafios no Ensino Superior
Em outro ponto, mais de dez universidades marcaram vestibulares em datas coincidentes, limitando as opções dos candidatos. A falta de organização nos calendários de exames gera dificuldades para os estudantes, que enfrentam um cenário competitivo e desafiador.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente Lula também enfrentam desafios em suas comunicações sobre questões fiscais, como o IOF. A necessidade de uma melhor coordenação entre as declarações dos líderes é evidente, especialmente em um ambiente político conturbado.
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