O Jesus Film Project agora tem 2.200 traduções do filme “Jesus”, com a mais recente em Bouna, um dialeto da Costa do Marfim. Essa atualização foi anunciada em 28 de março e é um grande passo para o ministério da Cruzada Estudantil para Cristo Internacional, que começou em 1979. O filme já foi exibido em quase todos os países, ajudando a apresentar o Evangelho em várias línguas. Josh Newell, diretor do projeto, disse que a história de Jesus está mais acessível do que nunca e que há planos para alcançar todos os povos em breve. Um funcionário do governo da Costa do Marfim, que ajudou na tradução, comentou que ouvir a mensagem em sua língua materna toca seu coração. A maioria da população de Bouna Kulango segue religiões tradicionais, e o filme é importante, especialmente em uma comunidade com muitos analfabetos. A tecnologia ajudou a acelerar as traduções, que dobraram em dez anos. O trabalho é feito em parceria com igrejas locais e voluntários. Jennifer Eshleman Huff, do ministério, destacou que a missão de compartilhar o Evangelho ainda não acabou e que é urgente alcançar povos que ainda não ouviram sobre Jesus.
O Jesus Film Project alcançou a marca de 2.200 idiomas traduzidos do filme “Jesus”, com a mais recente versão em Bouna, um dialeto da Costa do Marfim. A atualização foi anunciada em 28 de março e representa um avanço significativo para o ministério da Cruzada Estudantil para Cristo Internacional (Cru), que iniciou suas atividades em 1979.
O filme “Jesus” foi exibido em quase todos os países, permitindo que o Evangelho fosse apresentado em línguas nativas. O projeto, reconhecido como o filme mais traduzido do mundo, superou 817 traduções em julho de 2012. Josh Newell, diretor executivo do projeto, afirmou que a história de Jesus é mais acessível do que nunca e que há um plano para alcançar todos os povos nos próximos anos.
Um funcionário do governo marfinense, que participou da tradução, destacou a importância de ouvir a mensagem em sua língua materna, afirmando que isso “alcança o coração”. A maioria da população de Bouna Kulango segue religiões tradicionais, e o filme é uma ferramenta valiosa, especialmente em uma comunidade com altos índices de analfabetismo.
O avanço tecnológico facilitou as traduções, que dobraram em apenas dez anos. O trabalho é realizado em parceria com igrejas locais e voluntários. Jennifer Eshleman Huff, coordenadora de comunicação do ministério, ressaltou que a missão de compartilhar o Evangelho está longe de terminar, enfatizando a urgência de alcançar povos não alcançados.
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