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Cristão iraniano enfrenta deportação e prega Evangelho em campo de refugiados

Cristão iraniano Amir enfrenta condições precárias em campo de deportados, mas continua a pregar o Evangelho e pede orações por sua segurança.

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No Irã, os cristãos vivem com medo, pois podem ser presos e torturados por praticar sua fé. Amir, um cristão que fugiu do país, foi descoberto e levado para um campo de deportados, onde as condições são muito ruins. Ele pode ser enviado de volta ao Irã a qualquer momento, o que o deixaria em grande perigo. Mesmo assim, Amir continua a pregar o Evangelho no campo, onde muitos muçulmanos estão presentes. Ele lê a Bíblia com alguns que se interessam, mas enfrenta desafios, especialmente durante o Ramadã, quando os novos convertidos se sentem mais isolados. Amir pediu orações para que ele e os novos fiéis permaneçam firmes em sua fé e para que ele não seja deportado de volta ao Irã. O país é um dos mais perigosos para cristãos, ocupando o 9º lugar na Lista Mundial da Perseguição.

O cristão Amir, que fugiu do Irã, foi recentemente capturado e levado a um campo de deportados, onde enfrenta condições precárias. Ele continua a pregar o Evangelho e pede orações pela sua segurança e pela fé dos novos convertidos. A situação no Irã é alarmante para os cristãos, que vivem sob severa repressão.

No Irã, a liberdade religiosa é severamente restringida. A legislação islâmica proíbe a propagação de qualquer religião que não seja o islamismo, e a conversão é considerada crime. Igrejas evangélicas são vistas como “grupos políticos sionistas de oposição” e estão proibidas de operar. Amir, que decidiu fugir para viver sua fé livremente, agora enfrenta a possibilidade de ser deportado de volta ao Irã.

“Eu saí porque não conseguia mais esconder minha fé. Mas se me mandarem de volta agora, não sei o que me espera”, afirmou Amir em entrevista. O campo de deportados, segundo a Missão Portas Abertas, é um local insalubre, com pouca comida e aglomeração de refugiados, especialmente durante o rigoroso inverno.

Pregação em meio à adversidade

Apesar das dificuldades, Amir continua a pregar no campo. Ele relata que muitos muçulmanos escutam suas mensagens, e alguns se convertem. “Lemos a Bíblia juntos quando temos oportunidade”, disse ele. Durante o Ramadã, a situação se tornou mais desafiadora, pois muitos muçulmanos intensificaram suas práticas religiosas, o que isolou ainda mais os novos crentes.

Amir encoraja os novos convertidos, lembrando-os de que “não abandonamos o islã por causa das pessoas, abandonamos porque encontramos a verdade. Jesus é a verdade, e Ele não muda só porque sentimos medo.” Ele pediu orações para que os novos fiéis permaneçam firmes na fé e para que ele não seja enviado de volta ao Irã, onde a perseguição é iminente. O Irã ocupa a nona posição na Lista Mundial da Perseguição 2025 da Portas Abertas.

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